Entretanto já tinha terminado de ler "Cromossoma 6" de Robin Cook.
Não foi dos livros de Cook que mais me fascinou, mas gostei do enredo. Conhecendo mais alguns dos seus livros, não teve o desfecho arriscado que se encontra noutros livros do autor.
A ação desta história de situa-se em dois cenários muito diferentes: Nova-Iorque e África Equatorial, e revela as assustadoras possibilidades médicas do futuro. A história começa quando um chefe da máfia, Carlo Franconi é assassinado. O seu corpo é levado para autópsia e, num que era para ser um dia de trabalho normal, algo de misterioso acontece e o corpo desaparece da morgue. Alguns dias mais tarde, é encontrado no mar e levado para a mesma mesa da morgue um cadáver não identificado e mutilado. Após horas de pesquisa, especulação e árduo trabalho dos médicos legistas envolvidos, o corpo acaba por ser identificado como o de Carlo Franconi. Mas o mistério continua - algo está errado com aquele fígado ou com o que dele resta.
Entretanto em África algo se passa num centro médico muito avançado para aquela zona equatorial e até para a época. E um dos médicos envolvidos começa a perceber que talvez tenha cometido um erro... mas o que envolve muito dinheiro, não pode ser confrontado.
Deixe o seu comentário!
Adoro receber miminhos. Se me escrever, eu vou publicar os seu textos e comentários, com todo o carinho, pois este é um local de partilha.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
"Os filhos da mãe"
Comecei e terminei a leitura de "Os filhos da mãe" de Rita Ferro, tão depressa que só hoje peguei bem no livro e lhe analisei a capa ao pormenos, percorrendo a imagem que o ilustra com lhos de quem vê naquela capa uma das várias cenas descritas nas páginas que envolve.Se o puder considerar como romance, este é de fato um romance apaixonado que reflete a vida, desconcertante, de uma família enlaçada por laços ténues, frágeis e irreais, que (con-)vive num espaço exíguo.
Um romance que me demorou a avaliar, pois é daqueles que gostamos mas não sabemos bem porquê e não saberia como justificar a nota caso mo pedissem. Fica com nota 3.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
"Cromossoma 6"
Hoje comecei a ler "Cromossoma 6" de Robin Cook. Envolve experiências científicas, médicos, mafias, crimes... tudo o que uma boa história de Cook tem de melhor.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
De férias...
... mas a fazer uma etapa de 36 horas no quartel. O que entra outras coisas também dá para ler.
Terminei "Toxina" de Robin Cook. Adorei e fiquei com vontade de ler mais um bocadinho.
Entretanto comecei a ler "Uivo de liberdade" (dos livros condensados).
Mas não resisti e ontem passei na biblioteca. Trouxe mais dois livros: um de Robin Cook e outro de Rita Ferro. Dois autores distintos, opostos, na língua, nas origens e na sua forma de escrever, que me agradam de maneiras totalmente diferentes.
Terminei "Toxina" de Robin Cook. Adorei e fiquei com vontade de ler mais um bocadinho.
Entretanto comecei a ler "Uivo de liberdade" (dos livros condensados).
Mas não resisti e ontem passei na biblioteca. Trouxe mais dois livros: um de Robin Cook e outro de Rita Ferro. Dois autores distintos, opostos, na língua, nas origens e na sua forma de escrever, que me agradam de maneiras totalmente diferentes.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Últimas da Bebeteca
No dia 28 de Abril, à tarde, fui com o meu piratinha à bebeteca do Seixal, a um atelier de Música para bebés, o primeiro do Martim.
Correu muito bem, eles eram muito simpáticos e cativaram logos os bebés com o seu tom de voz calmo e as melodias suaves e simples, a sonoridade de vários instrumentos e as canções e danças novas que aprendemos. Durante aquela hora, despertaram os sentidos dos bebés presentes e até as mães se soltaram e cantaram com eles em coro, com direito a cantiga de embalar e muitos miminhos. Eu adorei e o Martim estava encantado e portou-se muito bem.
Comos gostámos da primeira experiência, no sábado passado, repetimos a dose: desta vez o tema eram as lengalengas. A Educadora Carmo animou mães, pais e bebés. Os papás da Matilde ensinaram uma canção aos outros pais. Os bebés jogaram ao som da cantilena infantil "Fui ao Jardim da Celeste...", receberam flores de papel e colaram-nas em papel de cenário. Depois desenharam a relva e carimbaram muitos caracóis! O Martim interagiu com as outras crianças e participou nas atividades propostas, portou-se muito bem o meu pequenino.
Correu muito bem, eles eram muito simpáticos e cativaram logos os bebés com o seu tom de voz calmo e as melodias suaves e simples, a sonoridade de vários instrumentos e as canções e danças novas que aprendemos. Durante aquela hora, despertaram os sentidos dos bebés presentes e até as mães se soltaram e cantaram com eles em coro, com direito a cantiga de embalar e muitos miminhos. Eu adorei e o Martim estava encantado e portou-se muito bem.
Comos gostámos da primeira experiência, no sábado passado, repetimos a dose: desta vez o tema eram as lengalengas. A Educadora Carmo animou mães, pais e bebés. Os papás da Matilde ensinaram uma canção aos outros pais. Os bebés jogaram ao som da cantilena infantil "Fui ao Jardim da Celeste...", receberam flores de papel e colaram-nas em papel de cenário. Depois desenharam a relva e carimbaram muitos caracóis! O Martim interagiu com as outras crianças e participou nas atividades propostas, portou-se muito bem o meu pequenino.
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Eu...
...ando (quase) desaparecida. Estive aqui: http://workshop-bmseixal.blogspot.pt/
Leio "Toxina" de Robin Cook.
Estou a pensar ler "Volta ao mundo em oitenta dias" de Júlio Verne.
Fui com o meu filho à atividade "Lengalengas" da Bebeca do seixal, com a Educadora Carmo.
Estou quase a entrar de férias.
Leio "Toxina" de Robin Cook.
Estou a pensar ler "Volta ao mundo em oitenta dias" de Júlio Verne.
Fui com o meu filho à atividade "Lengalengas" da Bebeca do seixal, com a Educadora Carmo.
Estou quase a entrar de férias.
terça-feira, 15 de maio de 2012
"Fim de tarde em Mossul"
Da última vez que fui à biblioteca escolhi um livro que até aqui nada me dizia. Agarrei-o simplesmente por um motivo: falava da guerra do Iraque (e como tinha estado à pouco tempo a ler "A fúria Divina" quis ter uma perspetiva diferente de alguns fatos narrados por José Rodrigues dos Santos. Lynne O'Donnell, é jornalista e isso foi outro dos fatores que me levou a escolher este livro. Um relato de histórias de guerra. Não era o livro que eu esperava que fosse: estão cá os testemunhos reais, a crueza das palavras, os sons da guerra que quase ecoam nos nossos ouvidos enquanto lemos, mas por trás da aparente simplicidade de uma grande jornalista, está também a capacidade de nos envolver numa história de uma grande escritora. Um livro que me surpreendeu bastante. Que demorei a ler. Peca apenas um pouco (mas sei que isso era necessário) pela exaustiva descrição dos fatos políticos, económicos e sociais que envolvem a guerra do Iraque, desde a Guera do Golfo, os atentados a Nova Iorque em 2001 e a queda do Regime de Saddam.
Lynne O’Donnell encontrou-se entre os primeiros jornalistas ocidentais a entrar na cidade iraquiana de Mossul após a sua tomada pelas forças da coligação, em Abril de 2003. No cenário de destruição e anarquia que se seguiu, quis o destino que Lynne fosse apresentada a um médico iraquiano, a sua mulher Pauline (pseudónimo) e Margaret, a amiga desta, as duas de nacionalidade britânica há trinta anos a residirem em Mossul. Conheceram os seus maridos em Inglaterra e mudaram-se em 1970 para o Iraque, onde assistiram à guerra com o Irão, à invasão do Kuwait e ao embargo internacional. Recordam os primeiros tempos com saudade onde se vivia alguma liberdade antes de Saddam Hussein impôr regras e hábitos rígidos como a obrigatoriedade do uso do véu, a proibição de se banharem no rio, de dançarem, o racionamento da comida, a discriminação ocidental e o clima constante de guerra.
Um testemunho extraordinário e emotivo da vida no Iraque a partir do olhar ocidental.Pauline e Margaret, duas inglesas, casadas com iraquianos, a viver no Iraque desde finais da década de 70. Através da perspectiva única de ambas, este livro percorre as três últimas décadas de um território berço de inúmeras civilizações, com um olhar isento, rigoroso e humano. Um testemunho actual a que é impossível ficar indiferente.
Neste livro vêem-se pessoas de carne e osso, com as suas peripécias familiares, os seus medos, as dificuldades por que passam. Algo único, intenso mas ao mesmo tempo de uma simplicidade surpreendente, longe das notícias dos jornais e das imagens trágicas que entram pelos ecrans dos televisores. Lynne consegue levar-nos pelos caminhos minados e pelas barreiras e postos de estrada, pelos vendedores de combustível de beira de estrada, conduzindo-nos até ao coração do Iraque.
Lynne O’Donnell encontrou-se entre os primeiros jornalistas ocidentais a entrar na cidade iraquiana de Mossul após a sua tomada pelas forças da coligação, em Abril de 2003. No cenário de destruição e anarquia que se seguiu, quis o destino que Lynne fosse apresentada a um médico iraquiano, a sua mulher Pauline (pseudónimo) e Margaret, a amiga desta, as duas de nacionalidade britânica há trinta anos a residirem em Mossul. Conheceram os seus maridos em Inglaterra e mudaram-se em 1970 para o Iraque, onde assistiram à guerra com o Irão, à invasão do Kuwait e ao embargo internacional. Recordam os primeiros tempos com saudade onde se vivia alguma liberdade antes de Saddam Hussein impôr regras e hábitos rígidos como a obrigatoriedade do uso do véu, a proibição de se banharem no rio, de dançarem, o racionamento da comida, a discriminação ocidental e o clima constante de guerra.
Um testemunho extraordinário e emotivo da vida no Iraque a partir do olhar ocidental.Pauline e Margaret, duas inglesas, casadas com iraquianos, a viver no Iraque desde finais da década de 70. Através da perspectiva única de ambas, este livro percorre as três últimas décadas de um território berço de inúmeras civilizações, com um olhar isento, rigoroso e humano. Um testemunho actual a que é impossível ficar indiferente.
Neste livro vêem-se pessoas de carne e osso, com as suas peripécias familiares, os seus medos, as dificuldades por que passam. Algo único, intenso mas ao mesmo tempo de uma simplicidade surpreendente, longe das notícias dos jornais e das imagens trágicas que entram pelos ecrans dos televisores. Lynne consegue levar-nos pelos caminhos minados e pelas barreiras e postos de estrada, pelos vendedores de combustível de beira de estrada, conduzindo-nos até ao coração do Iraque.
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
Para visitar este fim-de-semana
Continua a decorrer durante este fim-de-semana e até dia 29 de Abril, a Feira do Livro no Jardim do Fogueteiro, na Amora. Este Sábado pode encontrar por lá o Grupo Coral Além Terra (15h), um Recital de Poesia (16h) e a "Rábula do Juíz" (21h) encenado pelo Grupo de Teatro Sénior (Des)dramatizar.
Aqui fica a sugestão. Passem por lá e depois venham contar o que acharam!
Aqui fica a sugestão. Passem por lá e depois venham contar o que acharam!
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"Só mais uma"
"Só Mais Uma!"
A Mamã Coelho lê ao Pequeno Coelho as suas histórias preferidas ao deitar. Mas ele quer sempre mais uma. Depois vem o Pai, o Avô e a Avó, mas ele quer sempre mais histórias, em vez de dormir. É então que uma noite tem uma grande ideia. Ele iria fazer ele próprio uma história muito, muito grande, quase sem fim. Seria a maior e a melhor história do mundo inteiro!
Retrata muito bem o saudável ritual das histórias ao deitar e é uma ótima opção para os pais escolherem para ler aos mais pequenos. Uma descoberta a cada página.
Inclui um livro para colorir com a história que o Pequeno Coelho fez. Uma história dentro da história!
A Mamã Coelho lê ao Pequeno Coelho as suas histórias preferidas ao deitar. Mas ele quer sempre mais uma. Depois vem o Pai, o Avô e a Avó, mas ele quer sempre mais histórias, em vez de dormir. É então que uma noite tem uma grande ideia. Ele iria fazer ele próprio uma história muito, muito grande, quase sem fim. Seria a maior e a melhor história do mundo inteiro!
Retrata muito bem o saudável ritual das histórias ao deitar e é uma ótima opção para os pais escolherem para ler aos mais pequenos. Uma descoberta a cada página.
Inclui um livro para colorir com a história que o Pequeno Coelho fez. Uma história dentro da história!
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domingo, 15 de abril de 2012
Na feira do livro com o bebé
Ontem passamos pela Feira do livro (Livro em Festa) na freguesia da Amora. É um certame até pequenino comparado com outros que conheço, mas deu para descobrir algumas pechinchas, principalmente em livros infantis. O Martim ficou encantado com tantos livros e queria tirá-los a todas de cima das bancadas. Fazia aquele seu ar de espanto e ia tirando os livros uma um e pondo-os no chão (e nós atrás dele a tentar evitar que estragasse algum e a devolvê-los à bancada).
Compramos um livro com pop-ups para o Martim por apenas 1,5€. Nada mau se pensarmos que aqueles pedacinhos de cartão fino não devem durar muito tempo agarrados às páginas.
Apesar do frio e do vento que se fazem sentir, nestes próximos dias teremos na Amora diversas atividades englobadas na feira do Livro.
Dia 17 de Abril - encontro com o escritor Pedro Teixeira Neves.
Autor de poemas publicados no DN Jovem e jornalista desde 1994. Em 1998, passa para os quadros da extinta revista Arte Ibérica, chegando a chefe de redação. Funda e dirige de 2001 a 2008 a revista Magazine Artes, assinando a crítica literária.
Obras publicadas: Uma visita a Bosch (2002), Chisasco (poesia), Histórias tais, animais e outras mais (infantil), Amor de Perdição (juvenil, adaptado da obra de Camilo Castelo Branco), entre outros. Ganhou ainda um prémio de fotografia (outra grande paixão) Retratar um livro, atribuído pela Fundação José Saramago.
Dia 24 de Abril - encontro com a escritora Luísa Ducla Soares.
Nome conhecido da literatura infanto-juvenil, com inúmeras obras editadas e incluidas no Plano Nacional de Leitura. Licenciou-se em Filologia Germânica e trabalhou como tradutora, consultora literária e jornalista. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação de 1976 a 1978.
Escreveu: O Soldado João, O ratinho marinheiro, Se os bichos se vestissem como gente, O maluquinho da bola, entre outros.
Pena, pena, é não poder lá ir e comprar uns livrinhos... apetecia-me tanto!
Compramos um livro com pop-ups para o Martim por apenas 1,5€. Nada mau se pensarmos que aqueles pedacinhos de cartão fino não devem durar muito tempo agarrados às páginas.
Apesar do frio e do vento que se fazem sentir, nestes próximos dias teremos na Amora diversas atividades englobadas na feira do Livro.
Dia 17 de Abril - encontro com o escritor Pedro Teixeira Neves.
Autor de poemas publicados no DN Jovem e jornalista desde 1994. Em 1998, passa para os quadros da extinta revista Arte Ibérica, chegando a chefe de redação. Funda e dirige de 2001 a 2008 a revista Magazine Artes, assinando a crítica literária.
Obras publicadas: Uma visita a Bosch (2002), Chisasco (poesia), Histórias tais, animais e outras mais (infantil), Amor de Perdição (juvenil, adaptado da obra de Camilo Castelo Branco), entre outros. Ganhou ainda um prémio de fotografia (outra grande paixão) Retratar um livro, atribuído pela Fundação José Saramago.
Dia 24 de Abril - encontro com a escritora Luísa Ducla Soares.
Nome conhecido da literatura infanto-juvenil, com inúmeras obras editadas e incluidas no Plano Nacional de Leitura. Licenciou-se em Filologia Germânica e trabalhou como tradutora, consultora literária e jornalista. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação de 1976 a 1978.
Escreveu: O Soldado João, O ratinho marinheiro, Se os bichos se vestissem como gente, O maluquinho da bola, entre outros.
Pena, pena, é não poder lá ir e comprar uns livrinhos... apetecia-me tanto!
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