Se eu pudesse escolher a história de amor mais bela que li até hoje, seria esta. A história de Rocío, enamorada pelo homem da sua imaginação.
"A casa do destino" é um romance de Susana Prieto e Lea Veléz, que nos arrebata pela sua emocionante história de amor que parece impossível, mas que se vai desvendando real a cada página. Uma história feita de lendas, mistérios e segredos encerrados pelo tempo.
"A Morte, o Destino e o Amor não conseguiam chegar a acordo. Cada um julgava ter mais poder sobre os mortais do que os outros dois. O Destino asseverava que era capaz de qualquer coisa, unir reinos, destruir culturas, provocar guerras e que a Morte e o Amor eram só consequência dos seus atos. O Amor asseverava que era ele quem realmente comandava todas as coisas. (...) A tudo isto a Morte replicou que punha fim a esse amor com o peso da lousa, algo com o que o Destino também não concordava (...).
Pensaranm toda a noite e, quando se reuniram de novo, a Morte disse:
- O marquês de Villanueva tem dois filhos. O primogénito estava destinado a casar-se com a filha do conde de San Adrián, agora noviça no convento de Villanueva. Não é assim?
- Assim é - responderam o Amor e o Destino.
- Pois bem - prosseguiu a Morte -, acabei com o filho do marquês. Neste momento, já não respira e nunca conhecerá a sua noiva, pelo que vos enganei a ambos.
O Amor soltou uma gargalhada.
- Pode ser que tenha morrido... mas o amor é mais forte do que a barreira que acabas de colocar entre eles. A jovem noviça amava-o (...)a jovem está prestes a morrer de desgosto ao receber a notícia da morte do seu amado.
(...)
- Nem tu Morte nem tu Amor, estais acima de mim. (...) mas nunca, ouvis bem, nunca poderão habitar no mesmo mundo mortal ou imortal. Viverão em tempos diferentes (...) e aquilo que poderão partilhar serão os objetos que ficaram para trás, a memória de um amor impossível, vagas recordações do passado. Serão eternamente jovens mas nunca se encontrarão."
E esta foi a aposta de três dos quatro poderes, e dali a quinhentos anos se veria quem tinha razão. Estava-se no ano de 1459.
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Quem foi Malagrida?
Um pouco atrasado este post, mas estava em falta...
Para entender um pouco mais da história que envolve a narrativa do livro que li no mês passado sobre Lisboa e a história do terramoto de 1755, escolhi alguns sites com informação que me pareceu importante sobre esta figura:
Malagrida, o terramoto e o exílio setubalense:
Contrariando as explicações assentes em causas naturais, que Pombal havia divulgado como justificação para o terramoto de 1755, Malagrida faz publicar o “Juízo da Verdadeira Causa do Terremoto que padeceo a corte de Lisboa no Primeiro de Novembro de 1755”. Aí aponta o castigo de Deus como a verdadeira razão para uma catástrofe cujas culpas “são unicamente os nossos intoleráveis pecados”. A ousadia permitida pelo seu estatuto de taumaturgo e eivada de fervor religioso, valer-lhe o exílio… em Setúbal, decretado por Pombal.
Da sua permanência em Setúbal dá-nos a obra agora publicada várias notas: a fundação de duas Casas de Retiro; lugar para a visita de damas da primeira nobreza que buscavam o conforto espiritual do “Exercícios” de Santo Inácio, frequentemente a troco do patrocínio de obras da Companhia; o lugar de encontro dos que conspiravam contra o ministro Sebastião José.
Sabe-se também que G. Malagrida foi, nesse tempo de exílio, “reitor do colégio jesuíta de Setúbal (actual sede dos serviços administrativos do Instituto Politécnico de Setúbal), sendo responsável pelas obras de reedificação do referido colégio, gravemente atingido pelo terramoto” (A. Chitas, in O Setubalense, 28 de Novembro de 2012).
O atentado de que o monarca viria a ser alvo em 3 de Setembro de 1758 colocaria os jesuítas (e Malagrida) novamente em rota de colisão com o ministro Sebastião José de Carvalho e Melo. É conhecido o sangrento epílogo desta estória: a expulsão ou a prisão dos membros da Companhia de Jesus em Portugal e a execução de um conjunto de nobres de primeira linha, no que ficou conhecido como o processo dos Távoras. De que resultou a afirmação do poder real… e do seu primeiro-ministro.
In.: http://pracadobocage.wordpress.com/2012/12/06/padre-gabriel-malagrida-o-ultimo-condenado-ao-fogo-da-inquisicao/
Para entender um pouco mais da história que envolve a narrativa do livro que li no mês passado sobre Lisboa e a história do terramoto de 1755, escolhi alguns sites com informação que me pareceu importante sobre esta figura:
Malagrida, o terramoto e o exílio setubalense:
Contrariando as explicações assentes em causas naturais, que Pombal havia divulgado como justificação para o terramoto de 1755, Malagrida faz publicar o “Juízo da Verdadeira Causa do Terremoto que padeceo a corte de Lisboa no Primeiro de Novembro de 1755”. Aí aponta o castigo de Deus como a verdadeira razão para uma catástrofe cujas culpas “são unicamente os nossos intoleráveis pecados”. A ousadia permitida pelo seu estatuto de taumaturgo e eivada de fervor religioso, valer-lhe o exílio… em Setúbal, decretado por Pombal.
Da sua permanência em Setúbal dá-nos a obra agora publicada várias notas: a fundação de duas Casas de Retiro; lugar para a visita de damas da primeira nobreza que buscavam o conforto espiritual do “Exercícios” de Santo Inácio, frequentemente a troco do patrocínio de obras da Companhia; o lugar de encontro dos que conspiravam contra o ministro Sebastião José.
Sabe-se também que G. Malagrida foi, nesse tempo de exílio, “reitor do colégio jesuíta de Setúbal (actual sede dos serviços administrativos do Instituto Politécnico de Setúbal), sendo responsável pelas obras de reedificação do referido colégio, gravemente atingido pelo terramoto” (A. Chitas, in O Setubalense, 28 de Novembro de 2012).
O atentado de que o monarca viria a ser alvo em 3 de Setembro de 1758 colocaria os jesuítas (e Malagrida) novamente em rota de colisão com o ministro Sebastião José de Carvalho e Melo. É conhecido o sangrento epílogo desta estória: a expulsão ou a prisão dos membros da Companhia de Jesus em Portugal e a execução de um conjunto de nobres de primeira linha, no que ficou conhecido como o processo dos Távoras. De que resultou a afirmação do poder real… e do seu primeiro-ministro.
In.: http://pracadobocage.wordpress.com/2012/12/06/padre-gabriel-malagrida-o-ultimo-condenado-ao-fogo-da-inquisicao/
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Leituras de Dezembro
Comecei ontem a ler mais uma publicação da revista Visão: "Eu sou a lenda", de Richard Matheson.
Robert Neville é o último homem vivo sobre a Terra... mas ele não está sozinho. Cada outro homem, mulher e criança na Terra se tornou num vampiro e todos estão famintos pelo sangue de Neville. De dia, ele é o caçador, caçando os não mortos adormecidos através das ruínas abandonadas da civilização. À noite, ele entrincheira-se na sua casa e reza pela madrugada.
Quanto tempo pode um homem sobreviver num mundo de vampiros?
E com este livro estamos a chegar ao fim das leituras do ano de 2011. O balanço está a ser positivo, mas depois se farão aqui os devidos comentários. Quanto ao blogue em si, mesmo com as alterações que tem sofrido, tenho notado pouca afluência de leitores, ponderando mais algumas mudanças para a sua melhoria. Aceito a vossa opinião claro está, para o que posso aqui alterar, ou que outros assuntos vos interessem!
Quanto tempo pode um homem sobreviver num mundo de vampiros?
E com este livro estamos a chegar ao fim das leituras do ano de 2011. O balanço está a ser positivo, mas depois se farão aqui os devidos comentários. Quanto ao blogue em si, mesmo com as alterações que tem sofrido, tenho notado pouca afluência de leitores, ponderando mais algumas mudanças para a sua melhoria. Aceito a vossa opinião claro está, para o que posso aqui alterar, ou que outros assuntos vos interessem!
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sábado, 16 de janeiro de 2010
A lenda da cegonha
A origem da lenda da cegonha foi na Escandinávia. Essa lenda se iniciou quando as mães tinham seus filhos em casa.
Por esse motivo, das crianças nascerem em casa, às mães falavam para seus outros filhos que a cegonha que trazia os bebês para as casas, e que a cegonha tinha bicado a perna delas, e por isso tinham que ficar de repouso.
In.: www.colegioweb.com.br/.../qual-a-origem-da-lenda-da-cegonhaAs mães contam que a cegonha põe o bebê em uma fralda branca e sai voando, para entregar o bebê para os pais.
A cegonha é um animal calmo e protetor, ela é considerada a mãe das aves doentes ou mais velhas, por isso que ela é considerada o símbolo das mamães.Elas fazem ninhos para cuidar e proteger seus filhotes, assim como as mães também cuida e protege seus filhos.
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