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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Livro do Pai

Este foi o livro que escolhi para o Martim oferecer ao papá no dia do Pai. Gostam?

É um livro especial porque pode ser personalizado. Logo na capa, podemos colocar uma foto do pai com a criança, o que torna desde logo o livro em algo muito especial. E a história não se fica por ali - juntos, pai e filho, podem até continuar a escrever a história! Muito bom para estimular momentos especiais a dois.

domingo, 15 de abril de 2012

Na feira do livro com o bebé

Ontem passamos pela Feira do livro (Livro em Festa) na freguesia da Amora. É um certame até pequenino comparado com outros que conheço, mas deu para descobrir algumas pechinchas, principalmente em livros infantis. O Martim ficou encantado com tantos livros e queria tirá-los a todas de cima das bancadas. Fazia aquele seu ar de espanto e ia tirando os livros uma um e pondo-os no chão (e nós atrás dele a tentar evitar que estragasse algum e a devolvê-los à bancada).
Compramos um livro com pop-ups para o Martim por apenas 1,5€. Nada mau se pensarmos que aqueles pedacinhos de cartão fino não devem durar muito tempo agarrados às páginas.
Apesar do frio e do vento que se fazem sentir, nestes próximos dias teremos na Amora diversas atividades englobadas na feira do Livro.
Dia 17 de Abril - encontro com o escritor Pedro Teixeira Neves.
Autor de poemas publicados no DN Jovem e jornalista desde 1994. Em 1998, passa para os quadros da extinta revista Arte Ibérica, chegando a chefe de redação. Funda e dirige de 2001 a 2008 a revista Magazine Artes, assinando a crítica literária.
Obras publicadas: Uma visita a Bosch (2002), Chisasco (poesia), Histórias tais, animais e outras mais (infantil), Amor de Perdição (juvenil, adaptado da obra de Camilo Castelo Branco), entre outros. Ganhou ainda um prémio de fotografia (outra grande paixão) Retratar um livro, atribuído pela Fundação José Saramago.
Dia 24 de Abril - encontro com a escritora Luísa Ducla Soares.
Nome conhecido da literatura infanto-juvenil, com inúmeras obras editadas e incluidas no Plano Nacional de Leitura. Licenciou-se em Filologia Germânica e trabalhou como tradutora, consultora literária e jornalista. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação de 1976 a 1978.
Escreveu: O Soldado João, O ratinho marinheiro, Se os bichos se vestissem como gente, O maluquinho da bola, entre outros.

Pena, pena, é não poder lá ir e comprar uns livrinhos... apetecia-me tanto!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Leituras

Estou a terminar a leitura de "Fogo" e já fui à biblioteca buscar um novo livro. Desta vez vou ler "A fúria divina" de José Rodrigues dos Santos.

Já comecei a ler as primeiras páginas tal era a minha curiosidade e o que li deixou-me para já satisfeita com a escolha que fiz. Estou de férias e, passada a azáfama do Carnaval, estou agora mais livre para vir até aos meus blogues e para pôr as minhas leituras em dia. Ainda tenho de fazer aqui muita coisa e, se ontem o dia foi para o "doiscontigo" hoje é para vir até aqui fazer a devida manutenção.
E ontem, ao deitar, li com o meu filhote " Bebé Koala na Quinta". Ofereceram-lhe o livro no Natal mas eu ainda não tinha tido tempo para me sentar com ele e desfrutar daquelas belas ilustrações e da história terna da pequena Koala. Uma boa escolha porque ele foi capaz de identificar as imagens e de explorar de uma forma ativa o conteúdo do livro. O "cácácá" do patinho, o "ão" e o "mau" do cão e do gato e ainda a sua surpresa quando viu a vaca e alegria estampada no seu olhar. Aprendeu o "muuu" da vaquinha (no outro dia visitámos uma quinta e ele ficou encantado com os animais, em particular com uma vaca preta enorme e com os cavalinhos). É uma pequena coleção de quatro livros que eu vou tentar adquirir para ele e que recomendo.

sábado, 26 de novembro de 2011

Precious...

"Precious: a força de uma mulher."

É brutal! Comecei ontem a ler e já estou ansiosa por retomar a leitura. Desconcertante. Uma verdadeira lição de vida é o que posso dizer. Sem palavras!


Quanto à ida à biblioteca com o pequenote, fica para outro dia. De manhã, lá iamo nós todos pimpões e... estava fechada. Só abria à tarde. Mas é uma sugestão que fica para uma próxima oportunidade!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

007 Casino Royale

Quando comecei a ler o livro, pensei por instantes que não me ia envolver. Nada mais errado. Envolvi-me em casa página, cada linha escrita por Ian Fleming e já acabei a leitura. Fica no ar a estranha sensação que muito mais haveria para continuar a partir dali. E a história de amor, que é interrompida com a constatação que dali nunca virá felicidade e pelo suicídio de Vesper. Aconselho.

E amanhã... vou tentar ir à biblioteca. Vou levar lá o M. pela primeira vez e taçlvez trazer algum livro para mim.

sábado, 6 de agosto de 2011

Sim! Você...

...pode ser uma óptima contadora de histórias!~

A ideia de contar histórias a um bebé que não consegue entender totalmente o que está a dizer parece-lhe estranha? Não deveria. O facto de inventar histórias para o seu bebé oferece inúmeras vantagens.
Em primeiro lugar, ele está numa idade em que absorve rapidamente a linguagem e começa a processá-la. Ouvir a sua voz — sob a forma de frases cativantes estruturadas como histórias — ajuda a estimular o seu próprio desenvolvimento da fala.
Contar histórias também é uma actividade divertida para se partilhar. Além disso, a prática que adquirir com um público em adoração torná-la-á ainda mais confiante como contadora de histórias quando o seu filho crescer e ouvir fascinado o seu conto.

Comece com uma história simples!

Não conhece nenhuma boa história para crianças? Não se preocupe. Fale simplesmente sobre si e sobre o bebé. Invente histórias como "A nossa grande viagem até à mercearia" ou "Quando eu era bebé". À medida que a criança crescer, gostará cada vez mais ouvir falar de si mesma.
E não se esqueça dos contos de fadas e histórias infantis clássicos que pode contar com as suas próprias palavras. Encontrará inúmeros destes livros em bibliotecas e em livrarias com artigos novos e em segunda mão, no caso de a sua memória precisar de um empurrãozinho.

Anime a história!

Conseguirá prender a atenção do bebé usando ocasionalmente sons inabituais. "Depois ouvimos ããoo! ããoo! e vimos um cãozinho tonto a comer a bolacha." Ou, "O pintainho andava à procura da mãe e dizia piu piu piu." O conto tornar-se-á ainda mais interessante se mudar a voz para um tom mais agudo ou mais grave e usar diversas expressões faciais.

Repita-se!

As repetições tornam as histórias mais interessantes para qualquer ouvinte. Pense nos três porquinhos que diziam repetidamente "Não, não abrimos" e no grande lobo mau que soprava e soprava mais. Os elementos recorrentes também ajudam a sua criança a familiarizar-se com uma história à medida que as vai repetindo — o que reforça a sua confiança e o seu prazer.



Altere a história!

Não se sinta obrigada a contar a versão tradicional de uma história. Não hesite em embelezar, alterar cenas, ou até mesmo o fim. O bebé ainda é novo para se importar de ouvir a mesma história contada de forma diferente de cada vez — afinal de contas, é o som da sua voz que ele acha mais encantador.
 
Nota:

terça-feira, 26 de julho de 2011

Momentos!

Ontem à noite, eu e o meu bebé passámos bons momentos a explorar o livro do Pimpão. Pequeno, com imagens apelativas e com uma linguagem simples. O rosto expressivo do Pimpão despertou logo o interesse do bebé. As páginas são em espuma e fáceis de manusear pelas suas mãos pequeninas. Lá dentro encontrou "peixinhos", um "ursinho", águinha...
Pouco tempo depois, já tinha provado o livro, já lhe tinha batido com as duas mãos, já o tinha passado de mão para mão, apertado, olhado, aberto e fechado. Minutos de uma exploração sensorial que o meu bebé partilhou comigo. Os seus sorrisos, o seu palrar, dão-me a certeza que este é um momento a repetir.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Livros para os mais novinhos

Do PNL, aqui ficam mais alguns livros para os mais novos - ainda estamos nos livros da Creche - hoje dedicado à editora Kalandraka.

1 a 2 anos:


Uns ratinhos muito fofos e brincalhões que vão descobrir coisas tão diferentes!

2 a 3 anos:

"A lagartinha muito comilona"

À luz da Lua, um pequenino ovo descansava numa folha. Num domingo de manhã o sol quente chegou e PLOC!..., de dentro do ovo saiu uma lagartinha magra e esfomeada.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Sobre o PNL para os mais novos

Tal como tenho vindo a fazer nos últimos dias, venho hoje aqui postar mais alguns livros pertencentes ao Plano Nacional de Leitura. É que antes de comprar um livro, gosto de lhe tocar, desfolhar, cheirar... como isso ainda não é possível aqui pela net, pelo menos vemos as capas e algumas caraterísticas destes livros que nos aconselham para os nossos miúdos. É que não é só dizerem que é "adequado". Queremos conhecê-los. Ou não?

1 a 2 anos:

Surpresa! O Elmer - aquele elefante aos quadrados - é um dos livros que está no PNL, para bebés de 1 a 2 aninhos! Muito bom para introduzir as cores. E não só para bebés, se quiser, para os meninos mais velhinhos, para falar das diferenças.

De David Mckee. Editora Caminho.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Os livros do PNL

Muitas são as sugestões do Plano Nacional de Leitura. Aqui vos deixo algumas delas.

1 a 2 anos:

Da Porto Editora, "O cachorro brincalhão"

Uma aventura para tocar e sentir!
Um livro encantador que nos conta as pequenas aventuras do cachorro Piporro. Ao virar de cada página descobre-se um cenário colorido, com excelentes ilustrações em relevo conjugadas com texturas que vão surpreender os pequenos leitores e vão ajudar os pais a promover excelentes momentos de leitura e divertimento.


 
 
 
 
 
Da Kalandraka, "A aranha e eu"
 
 
Um livro que vai percorrendo várias partes do corpo, comparando por exemplo o dedão do pé a um kiwi! Divertido, inspira à brincadeira, adequado para crianças pequenas. E não só.





Aguardo os vossos comentários.

domingo, 17 de julho de 2011

Para os mais pequeninos

Do Plano Nacional de Leitura, aqui ficam mais algumas sugestões:

6 - 12 meses:

"Abelhinha Ocupada", da coleção Girassol.


Um alegre e encantador conto, com ilustrações vivas e atraentes. A hora do banho vai tornar-se mais animada com este inovador livro impermeável. Histórias de amizade entre animais, em rima e com sons, para as crianças se divertirem enquanto tomam banho

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Livros para os mais novos

Ainda sobre o PNL deste ano, aqui ficam mais algumas das sugestões apresentadas por este plano.
Ainda para a faixa etária dos 6 - 12 meses:

Adequada para bebés ou crianças muito pequenas, desta coleção fazem parte além da  história breve da Galinha Galeta, volume que integra uma colecção povoada de outros animais especiais, e do “Porco Porfírio”, ainda a “Girafa Girona” ou o "Leão Leôncio".

Da Ambar. Na capa, o bebé pode desde logo ter contato com o herói ou heroína da história, pois este "salta" logo do livro para lhe dizer "Olá!"

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Livros do PNL

Todos os anos são atualizadas as listas do Plano Nacional de Leitura. Este ano estive a consultar as listas e quais os livros que foram aconselhados para cada faixa etária. Aqui ficam alguns livros e os comentários aos mesmos.

Dos 6 aos 12 meses:

Da coleção "Pequeno Mundo de Rita", do autor Didier Dufresne, aconselham alguns títulos: "A hora do banho", "A visita do médico", "Para a cama" ou "Já me visto sozinha".





Esta coleção é constituída por seis livros para crianças entre os 2 e os 5 anos de idade. Com a Rita, a protagonista, as crianças vivem inúmeras aventuras, que retratam rotinas ou actividades do quotidiano, como tomar banho ou escovar os dentes. Pequenas tarefas que fazem parte do crescimento de qualquer criança. Esta colecção conta ainda com o apoio da actriz e modelo Rita Pereira, referência do público infanto-juvenil, que dá a cara por este projecto pedagógico.
Fica a dúvida sobre a idade aconselhada. Nada contra ser usado com crianças de 6 meses, mas haverá outros mais adequados. Deliciosos para meninos um pouco mais velhinhos.


Da Editorial Presença, os livros "Estrelinha do Mar", "Peixinho", "Polvinho" ou "Tartaruguinha", do autor Jo Moon, são livros de banho. Mais maleáveis e adequados à faixa etária dos 6 aos 12 meses. Digo eu.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Como se aprende a ler

Quem seguiu a dica de ontem e foi dar uma espreitadela a este site - http://www.cresceraler.apei.pt/ - reconhece com certeza o texto seguinte. Achei-o muito importante e resolvi partilhá-lo aqui. Fala da importância dos livros e de se darem livros às crianças mais novinhas, desde muito cedo.

A capacidade de ler desenvolve-se a par da capacidade de falar, desde o primeiro ano de vida. É importante que as crianças contactem com livros adequados em todas as idades. Se o contacto for diário os progressos tornam-se evidentes, para grande alegria de todos.
As crianças que contactam com livros desde cedo e ouvem histórias com assiduidade adquirem uma linguagem mais rica, tanto no que respeita à expressão como à compreensão, que a leitura facilita momentos de grande afectividade da criança com o adulto e abre o caminho para o conhecimento e a descoberta do mundo.
As crianças compreendem muito antes de saberem expressar-se. O bebé pode não reconhecer as palavras mas reconhece a melodia da palavra e da frase.
Aos 6 meses é a idade própria para começar, ela já é capaz de associar os nomes às imagens. A criança pode manipular os primeiros livros de cartão, que servem como objecto-jogo. Se segurar a criança ao colo, pode ver álbuns ilustrados e estabelecer um diálogo de sons, palavras e gestos a partir das imagens.
A partir dos 2 anos as crianças expressam-se, e querem que lhes contem histórias, elas gostam de contos populares, das personagens que lá aparecem e das repetições. Mostre livros, leia em voz alta, converse sobre as imagens e as palavras dos livros. Dê o nome aos objectos e às acções para ajudar o seu filho a alargar o seu vocabulário.
A partir dos 4/5 anos elas são capazes de seguir as personagens através das páginas, de observar o que está a ler, apontando para as palavras à medida que lê, de perceber que há uma relação entre a palavra escrita e a palavra lida em voz alta, entre a palavra impressa e o que se diz. Converse sobre as imagens ou sobre o desenrolar da história.
A partir dos 6 anos a criança está desejosa de conseguir ler sozinha, mas continua a gostar que os adultos lhes leiam alto. Procura os livros preferidos e lê livros novos. Gosta de descobrir nos livros as letras, sílabas ou palavras que já reconhece. Gosta de “ler”, fazer de conta que imita os adultos lendo para os mais novos.
Quando a criança começa a saber ler deixe-a ler palavras e frases simples, leia a par. Para além dos livros é importante aproveitar, de forma divertida, todas as oportunidades em que, no dia-a-dia, a leitura é uma descoberta: nos anúncios na rua, na televisão, nos jornais; num recado que vem da escola; num manual de instruções de um brinquedo que é preciso montar; nos jogos educativos em computador.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Crescer a Ler

Tal como dizem na página da APEI não se nasce leitor.
Visitem esta hiperligação e dêem aqui a vossa opinião, como pais, leitores e educadores/professores.
Acho que está muito atrativo.


Tenho de ver melhor o site... mas para já aqui vos deixo algumas dicas.

Projecto “Ler para crescer - crescer a ler”
Este é um projecto orientado para a promoção do livro e da leitura direccionado, essencialmente, para a primeira infância, com o objectivo de consciencializar pais e encarregados de educação para a importância de promover o gosto pela leitura em contexto familiar. A leitura proporciona momentos de encontro e de afecto entre pais e filhos. A falta de hábitos de leitura na infância repercute-se negativamente no desenrolar da vida escolar das crianças. Não se nasce leitor. Conseguir que as crianças adquiram hábitos de leitura duradouros exige empenho de educadores, família, professores e claro da Biblioteca que deve procurar estimular esse gosto.
Os grandes objectivos do programa são:
• cultivar o gosto pelo livro;

• promover o gosto pela leitura em contexto familiar;

• proporcionar momentos de encontro e de afecto entre pais e filhos;

• favorecer a chegada à escola de alunos com apetência pelo livro e gosto pela leitura.

• promover espaços de sensibilização sobre estas matérias junto de pais e técnicos, nomeadamente, no momento de oferta dos pacotes aos bebés, em cerimónias públicas

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Ler desde cedo - livros para bebés

Quando começa a ter contacto com as primeiras histórias, o bebé fá-lo através da voz da mãe ou do pai que lhe vão despertando os sentidos para as imagens e para as palavras. O que interessa nestes momentos, é a sonoridade das palavras e o embalo da voz de quem lhe fala e conta a história. A repetição das palavras e de sons - em versos simples, lengalengas, ladainhas... atraem o bebé e ajudam-no a desenvolver a sua própria capacidade comunicativa.

Quanto ao livro em si, este "começa por ser um brinquedo igual aos outros que o bebé explora até à exaustão através dos seus cinco sentidos. (...) Por norma, o formato é pequeno e arredondado para facilitar o manuseamento pouco hábil e inexperiente dos mais pequenos, apresentando frequentemente a forma do protagonista da história ou da temática abordada (animais, alimentos, viaturas).. Por vezes, há ainda odores e texturas para cheirar e sentir."(1)
"O bebé com apenas um ano ainda não se interessa pelos aspectos ficcionais do livro, embora aprecie as imagens que servem de pretexto para as tradicionais lengalengas e cantilenas coreografadas pelo adulto. A partir dos dois anos, gosta de pequenas histórias sobre uma situação quotidiana ou um objecto familiar, apontando e nomeando as respectivas ilustrações."(1)



"Por volta dos três anos, a criança já distingue o livro dos outros brinquedos, aprende a manuseá-lo com cuidado, centrando-se na narrativa e na observação atenta das ilustrações."(1)


Bibliografia:

(1)-BARROSO, Rita, "Pequenos leitores", Pais e Filhos, Outubro de 2005;

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

De ouvinte a leitor - a importância de ouvir contar histórias

"Tornar-se leitor implica, obrigatoriamente, passar por diferentes etapas que acompanham o crescimento físico, psíquico, linguístico e afectivo da criança."(1) A criança não nasce leitora nem com a capacidade de o fazer. Ela adquire as competências essenciais à sua realização através de vários processos que, no seu devido tempo, a ajudam a auto-construir-se como pessoa e também a adquirir o gosto pela leitura.

Tanto os pais como os professores e educadores, numa atitude conjunta, têm ter em atenção que "género de livro se adequa melhor ao desenvolvimento da competência de leitura da criança, para não correrem o risco de se perderem no meio da vasta oferta do mercado editorial infanto-juvenil."

O leitor começa por ser um ouvinte de histórias. Uma e outra vez, ora uma, ora outra...

Mas antes, é também um manipulador. Um explorador do livro, como se de um brinquedo se tratasse e que ele enquanto bebé explora com todos os seus cinco sentidos. "Hoje, considera-se que se um exemplar não acabar os seus dias destruído por puxões, riscos, mordidelas e baba, não cumpriu inteiramente a sua função."(1)

Existem diversos tipos de narrativas que devem ser tidas em consideração, tais como, os contos de fadas, as fábulas, os mitos, as lendas... aqui importa também a variedade e ter em conta quais são as necessidades da criança numa determinada fase da sua vida. Mas mais importante que escolher o tipo de leitura é mesmo ler alto para a criança ouvir. Ler e contar uma história são processos diferentes, mas ambos muito importantes, pois ambos são capazes de ajudar a criança a criar o hábito de procurar o conhecimento do qual elas irão precisar. Deve-se sim começar desde muito cedo, mesmo dentro da barriga da mãe. A entoação das palavras e das frases, além do seu significado, desenvolvem a linguagem da criança, as suas competências linguísticas e, mais tarde, formarão o caminho essencial para o desenvolvimento da leitura e da escrita.

Ouvir contar uma história desenvolve também a imaginação das crianças desde muito cedo.



Bibliografia:

(1)-BARROSO, Rita, "Pequenos leitores", Pais e Filhos, Outubro de 2005;

terça-feira, 29 de junho de 2010

Sugestões de livros para educadores de creche

Um bom educador tem uma boa biblioteca e por isso faço aqui algumas sugestões de obras que considero importantes e que a mim também já ajudaram muito.

Educação de Bebés em Infantários - Cuidados e Primeiras Aprendizagens, de Jacalyn Post
Editor: Gulbenkian - ISBN: 9789723110180

Para quem segue a perspectiva de High Scope e as teorias da aprendizagem activa, nesta obra de Jacalyn Post pode encontrar diversas sugestões devidamente fundamentadas de formas de abordar e promover esta forma de pedagogia numa sala de Creche.
Aqui se diz que as crianças adquirem conhecimento experimentando activamente o mundo à sua volta. No seu processo de crescimento, experimentam sensações e desafios que as fazem seguir em frente. A amplitude e a profundidade de compreensão que a criança tem do mundo estão em constante mudança e expande-se como resultado das suas interacções do dia-a-dia.
Complementa um pouco o "Educar a Criança", este mais direccionada para a faixa etária dos 3 aos 5 anos.


Crianças, Famílias e Creches - Uma Abordagem Ecológica da Adaptação do Bebé à Creche

de Gabriela Portugal
Editor: Porto Editora - ISBN: 978-972-0-34727-5 - Colecção: CIDINE

Embora os objectivos predominantes das creches sejam os de guarda, protecção e cuidados à criança, a grande questão que se coloca à educação colectiva a partir dos primeiros meses de vida é a de saber se para a criança isso é uma coisa boa ou não. Será que as Creches são mesmo um mal necessário da sociedade actual? Trata-se de uma questão em relação à qual existe bastante controvérsia.
Este livro pretende destacar toda a interacção criança-família-creche, esclarecendo quais os factores ou combinação de factores que colocam o bebé em situação de mal-estar apontando pistas para a optimização dos contextos educativos onde a criança se desenvolve.





domingo, 17 de janeiro de 2010

Mais livros sobre bebés!

Mamã, como se fazem os bebés? Esta é uma pergunta que muitas vezes surpreendem os meis velhos. E se nos apoiássemos em alguns livros bastante interessantes para ajudar a responder a esta pergunta?

Este é um dos livros recomendados para o Plano Nacional de Leitura, aconselhado para o 2º ano de escolaridade e destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade I.

Quando Eu Nasci, de Isabel Minhós Martins; ilustração de Madalena Matoso Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 24
Editor: Planeta Tangerina ISBN: 9789729941085
Idioma: Português

Quando eu nasci nunca tinha visto nada.
Só um escuro, muito escuro na barriga da minha mãe.
Quando eu nasci nunca tinha visto o sol, nem imã flor, nem uma cara,
Eu não conhecia ninguém, nem ninguém me conhecia a mim. [...]
É quando nascemos que começa a grande aventura!

sábado, 16 de janeiro de 2010

A lenda da cegonha


A origem da lenda da cegonha foi na Escandinávia. Essa lenda se iniciou quando as mães tinham seus filhos em casa.

Por esse motivo, das crianças nascerem em casa, às mães falavam para seus outros filhos que a cegonha que trazia os bebês para as casas, e que a cegonha tinha bicado a perna delas, e por isso tinham que ficar de repouso.



As mães contam que a cegonha põe o bebê em uma fralda branca e sai voando, para entregar o bebê para os pais.
A cegonha é um animal calmo e protetor, ela é considerada a mãe das aves doentes ou mais velhas, por isso que ela é considerada o símbolo das mamães.
Elas fazem ninhos para cuidar e proteger seus filhotes, assim como as mães também cuida e protege seus filhos.

In.: www.colegioweb.com.br/.../qual-a-origem-da-lenda-da-cegonha