Bom dia.
Quando se inicia um novo projeto as leituras passam a ser outras. Levo atrás de mim folhas de legislação, artigos sobre educação infantil e revistas temáticas sobre educação de infância. Troquei os meus livros de cabeceira: saiu Júlio Verne e chegou Luísa Ducla Soares.
Leio pelo trabalho em que me envolvo, mas não sem prazer no que estou a fazer!
Um novo projeto que saiu este ano, quentinho como pão acabado de fazer, barrado de manteiga... e só de pensar nisso vai dando fome.
Continuo em busca de um sonho, porque ele não se conclui no iniciar de um novo ano, mas as perspetivas são boas. Agora são só cinco, mas mais virão depois. Crescer é algo que queremos fazer juntos, nós como família que nos envolvemos numa relação muito mais atribulada agora e quase sem tempo para passarmos em casa ou para falar de outras coisas que não sejam trabalho. A equipa educativa que começa pequenina, mas esperançosa, dinâmica, trabalhadora, empenhada e sonhadora. Os pais que nos apoiam e nos confiam o seu mais precioso tesouro.
E assim começou o "Festitraquinices".
No dia de Reis, a Seis de Janeiro de 2014.
Em Pinhal de Frades, Seixal.
Obrigado àqueles que nos apoiam e que acreditam em nós!
Deixe o seu comentário!
Adoro receber miminhos. Se me escrever, eu vou publicar os seu textos e comentários, com todo o carinho, pois este é um local de partilha.
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sábado, 8 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Enciclopédias
Também são livros e também podem ser exploradas numa sala de Jardim-de-infância.
Sobre o corpo humano ou sobre outros temas, ajudam a criança a procurar resposta a várias perguntas que lhe vão surgindo. Com imagens reais em alguns casos, exemplos de situações práticas e com texto na maioria das vezes curto, mas que para o qual a criança necessitará da ajuda do adulto para ler e interpretar, porque muitas vezes ver apenas as imagens pode não ajudar e até complicar.A curiosidade pelo seu próprio corpo é uma das facetas das crianças de 5/6 anos. Deixar a criança colocar as suas próprias perguntas e ajudá-a a procurar as respostas que melhor se lhe adeqúem é uma das tarefas da Educadora.
Ajuda a aquisição do pensamento lógico, do raciocínio e da curiosidade natural da criança.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Se eu fosse...
Se eu fosse muito forte, o que seria capaz de fazer? E se afinal fosse muito alto, onde seria capaz de chegar?
Composto por frases curtas, destinado aos leitores mais pequenos entre os 4 e os 7 anos para ser "lido" com a ajuda dos papás (e dos educadores também). Da editora Gailivro.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Já sou...
... grande, mamã!
Para meninos e meninas a partir dos 3 anos que já cresceram tanto, tanto, que se acham capazes de tudo!
Para meninos e meninas a partir dos 3 anos que já cresceram tanto, tanto, que se acham capazes de tudo!Da editora Livros Horizonte, mais uma boa escolha para um cantinho da leitura ou para oferecer como prenda de aniversário a uma criança que já é e se sente... grande!
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Abecedário maluco
Uma obra para ter sempre à mão de semear, porque nunca se sabe quando se pode querer rimar com as palavras. E as crianças podem também fazer o seu próprio abecedário e as suas próprias rimas.
O nome de cada uma é uma fonte de inspiração para construir rimas, lenga-lengas, pequenas histórias...
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domingo, 30 de janeiro de 2011
A fada Carolina
A fada Carolina tem uma coleção de aventuras que fascinam principalmente - mas não só - as meninas em idade pré-escolar e que começam agora a aprender a ler.
Esta é também a idade em que as meninas se adoram mascarar de fadas, bailarinas, princesas.... podendo estes ser um ponto de partida para diversas propostas de jogos e brincadeiras na sala.Livros que toquem estes temas são importantes, mas colocar adereços que as crianças possam explorar também será divertido e fonte de múltiplas aprendizagens - lenços, coroas, tecidos de cores diferentes...
Ideia:
Um cesto no cantinho da leitura que vai mudando o seu conteúdo consoante as histórias em destaque. Num dia tem lenços coloridos, noutro carros de corrida, chapéus de polícia...
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Fantoches para contar histórias
A hora do conto pode e deve ser um momento maravilhoso de aprendizagem da língua materna para as nossas crianças desde muito cedo.
Se à história escolhida acrescentarmos algo diferente, este momento torna-se mais rico e muito mais interessante. Imagens, fantoches ou dedoches são apenas alguns exemplos desse tipo de materiais de apoio para contar uma história.
Aqui ficam alguns exemplos:
Dedoches:
Se à história escolhida acrescentarmos algo diferente, este momento torna-se mais rico e muito mais interessante. Imagens, fantoches ou dedoches são apenas alguns exemplos desse tipo de materiais de apoio para contar uma história.
Aqui ficam alguns exemplos:
Dedoches:
Fantoches:
Contactar:
Em resposta a esta postagem.
Marcas que representamos:
- Ideas para ninos - Baumann y Trapp S.L.
- The puppet company
- Miniland Baby
- Miniland educational
- SES Creative
- Meyco Hobby
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Mais poesia para ouvir, ler e brincar
Bailado Russo
Origem: Brasil
A mão firme e ligeira
puxou com força a fieira:
e o pião
fez uma eclipse tonta
no ar e fincou a ponta
no chão.
É o pião com sete listas
de cores imprevistas.
Porém,
nas suas voltas doudas,
não mostra as cores todas
que tem:
– fica todo cinzento,
no ardente movimento…
E até
parece estar parado,
teso, paralisado,
de pé.
Mas gira. Até que aos poucos,
Em torvelins tão loucos
assim,
já tonto, baboleia,
e bambo, cambaleia…
Enfim,
Tomba. E, como uma cobra,
Corre mole e desdobra
então,
em hipérboles lentas,
sete cores violentas,
sete cores violentas,
no chão.
Origem: Brasil
Guilherme de Almeida
sábado, 6 de março de 2010
Os ovos misteriosos
Para explorar com os mais pequenos e, quem sabe, começar a trabalhar a Páscoa a par com outros conceitos, aqui fica uma sugestão de um livro muito interessante.Quem já o tiver explorado convido a contar como foi, que reacções teve, etc.
Boas leituras!
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Projecto Bruxa Filó - 3
A mala foi elaborada pelas crianças que deram muitas ideias e escolheram as cores mais belas; o caderno está preparado para receber as histórias e desenhos das crianças e elas estão ansiosas por levar a nova amiga para casa.
Em conversa de grande grupo escolha em conjunto com as crianças um menino ou menina para levar a Filó para casa.
O ideal será tentar falar previamente e com a família que vai levar a mala com a Bruxa para casa de forma a que percebam bem o que se pretende. Explique a importância do Projecto para o menino em causa e para o grupo. Indique o que se espera que a Família registe, como por exemplo:
- onde a criança nasceu (onde fica o lugar, coisas interessantes, bandeira, simbologia...)
- onde nasceu o pai e a mãe, os avós, os tios...
- o que gosta mais, o que menos gosta, como acorda de manhã...
Dê ideias variadas para que cada Família possa dispor os elementos que quiser à sua maneira: desenhos, colagens, fotografias, entre outras.
A avó pode escrever aquela receita do bolo de chocolate; o pai pode por uma foto sua no quartel de bombeiros e a irmã mais nova pode fazer a impressão da sua mãozinha.
A criança que se envolve neste tipo de actividades, desenvolve a sua criatividade e irá ter prazer quando trouxer o caderno e a Bruxa Filó de volta à sala e partilhar com os colegas os momentos que passou. As aprendizagens serão imensas e divertidas. Todos os dias serão uma suspresa.
Não se esqueça de dar um prazo para a devolução do caderno e da Bruxa. Penso que dois dias serão suficientes, mas poderá optar por dar mais uns dias. Pense é que todas as crianças estarão ansiosas e que é preferível que os pais avisem que não têm disponibilidade naquele fim-de-semana e passar a vez a outro menino, do que o Projecto ficar esquecido no banco de trás do carro.
Em conversa de grande grupo escolha em conjunto com as crianças um menino ou menina para levar a Filó para casa.
O ideal será tentar falar previamente e com a família que vai levar a mala com a Bruxa para casa de forma a que percebam bem o que se pretende. Explique a importância do Projecto para o menino em causa e para o grupo. Indique o que se espera que a Família registe, como por exemplo:
- onde a criança nasceu (onde fica o lugar, coisas interessantes, bandeira, simbologia...)
- onde nasceu o pai e a mãe, os avós, os tios...
- o que gosta mais, o que menos gosta, como acorda de manhã...
Dê ideias variadas para que cada Família possa dispor os elementos que quiser à sua maneira: desenhos, colagens, fotografias, entre outras.
A avó pode escrever aquela receita do bolo de chocolate; o pai pode por uma foto sua no quartel de bombeiros e a irmã mais nova pode fazer a impressão da sua mãozinha.
A criança que se envolve neste tipo de actividades, desenvolve a sua criatividade e irá ter prazer quando trouxer o caderno e a Bruxa Filó de volta à sala e partilhar com os colegas os momentos que passou. As aprendizagens serão imensas e divertidas. Todos os dias serão uma suspresa.
Não se esqueça de dar um prazo para a devolução do caderno e da Bruxa. Penso que dois dias serão suficientes, mas poderá optar por dar mais uns dias. Pense é que todas as crianças estarão ansiosas e que é preferível que os pais avisem que não têm disponibilidade naquele fim-de-semana e passar a vez a outro menino, do que o Projecto ficar esquecido no banco de trás do carro.
Elsa Filipe
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Tempo do conto
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Projecto Bruxa Filó - 2
A Bruxa Filó está na sala e as crianças já a conhecem. Mas ela pouco sabe deles e quer saber mais algumas coisas interessantes. Assim, os meninos e meninas têm de a ajudar e começar a construir uma mala onde ela possa viajar e visitar a casa de cada um deles. A conversa pode começar por aí. Como é que fazemos a mala de viagem? Cabe à Educadora trazer algumas propostas que as crianças possam aproveitar como ponto de partida para a construção da mala de viagem da Bruxa Filó. Terá de ser algo que seja ao mesmo tempo resistente e leve o suficiente para as crianças transportarem. As crianças serão as responsáveis pela decoração da mala da Filó e também poderão arranjar alguns adereços para ela levar consigo se quiserem. Em grupo, vão perceber que as suas histórias têm de ficar escritas, para no dia seguinte serem contadas aos colegas, pela Filó que é um pouco esquecida ;)
Por isso, há que arranjar um caderno e ilustrar a capa para sabermos que é o caderno das histórias dos meninos da sala X.
Este processo deverá ser feito em grande grupo e ao ritmo das crianças. Os materiais a usar poderão ser diversos, mas de forma a que as crianças possam participar. Adoro os cadernos com capas em EVA mas neste caso prefiro usar materiais mais fáceis de trabalhar pelas crianças. As crianças poderão ainda querer copiar o nome da bruxinha para a capa do caderno pelo que a Educadora poderá colocar ao seu dispor algumas placas com letras e ajudá-las a ordená-las e a copiá-las.
Por isso, há que arranjar um caderno e ilustrar a capa para sabermos que é o caderno das histórias dos meninos da sala X.
Este processo deverá ser feito em grande grupo e ao ritmo das crianças. Os materiais a usar poderão ser diversos, mas de forma a que as crianças possam participar. Adoro os cadernos com capas em EVA mas neste caso prefiro usar materiais mais fáceis de trabalhar pelas crianças. As crianças poderão ainda querer copiar o nome da bruxinha para a capa do caderno pelo que a Educadora poderá colocar ao seu dispor algumas placas com letras e ajudá-las a ordená-las e a copiá-las.
domingo, 1 de novembro de 2009
Projecto Bruxa Filó - 1
Já conhecem a bruxa Filó? Ela já visitou a sala dos meninos?
Mas esta bruxinha está velha e cansada de viajar pelo mundo. Mora em casa de um menino mas gostava de conhecer outras crianças e, por isso, vamos levá-la a passear e a conhecer a casa dos outros meninos?
Este é um Projecto a longo prazo que pode durar o ano inteiro, dependendo do interesse das crianças. É interessante para crianças de várias idades, mas eu estou a pensar particularmente na faixa etária dos 4 - 5 anos.
Primeiro temos de apresentar a nossa amiga na sala. Pode chegar de várias formas, pode começar por mandar cartas, enigmas para os meninos a começarem a procurar e a descobri-la por fim... vale a criatividade para os fazer sonhar e esperar ansiosamente a chegada da Bruxa.
É uma óptima forma de pôr as auxiliares a trabalhar connosco e a participar na grande busca e na preparação da surpresa.
Quando chega, a Filó traz uma história para contar. A sua história. Onde nasceu, o que gosta de comer, que sopa detesta, como se chama o seu pai... com imagens, a educadora pode fazer crescer esta história, imagens de sítios por onde ela viajou, por exemplo... tudo depende do grupo de crianças e do seu interesse.
Depois, temos de pensar de que forma a Filó poderá conhecer melhor cada menino. Ela está triste por as crianças não a irem visitar. Como ela mora muuuuito longe, a melhor forma será cada menino levá-la a visitar a sua casa e contar-lhe as suas histórias. Então hoje a Filó visita a sala e conhece cada menino, que deverá dizer o seu nome e a sua idade e, depois de brincar um pouco, ela tem de ficar a descansar.
Ideia interessante?
Desenvolvi um Projecto semelhante, num Jardim de infância onde estagiei embora não tivesse sido com uma bruxa, mas as ideias podem (e devem) ser adaptadas. Na altura, serviu para trabalhar a Relação Escola-Família dentro do tem da Interculturalidade, de forma a levar os pais/famílias a conhecerem-se e a partilharem as suas raízes culturais. As crianças aprenderam conceitos como país, cidade, família... falaram dos seus avós, representaram o seu lugar/papel no seu núcleo familiar, entre outras coisas. Correu tudo muito bem e as crianças (3-6 anos) envolveram-se bastante, embora tenha na altura achado que quem mais se interessou foram os mais velhos. Assim como a restante equipa e as famílias também se envolveram bastante.
Mas esta bruxinha está velha e cansada de viajar pelo mundo. Mora em casa de um menino mas gostava de conhecer outras crianças e, por isso, vamos levá-la a passear e a conhecer a casa dos outros meninos?
Este é um Projecto a longo prazo que pode durar o ano inteiro, dependendo do interesse das crianças. É interessante para crianças de várias idades, mas eu estou a pensar particularmente na faixa etária dos 4 - 5 anos.
Primeiro temos de apresentar a nossa amiga na sala. Pode chegar de várias formas, pode começar por mandar cartas, enigmas para os meninos a começarem a procurar e a descobri-la por fim... vale a criatividade para os fazer sonhar e esperar ansiosamente a chegada da Bruxa.
É uma óptima forma de pôr as auxiliares a trabalhar connosco e a participar na grande busca e na preparação da surpresa.
Quando chega, a Filó traz uma história para contar. A sua história. Onde nasceu, o que gosta de comer, que sopa detesta, como se chama o seu pai... com imagens, a educadora pode fazer crescer esta história, imagens de sítios por onde ela viajou, por exemplo... tudo depende do grupo de crianças e do seu interesse.
Depois, temos de pensar de que forma a Filó poderá conhecer melhor cada menino. Ela está triste por as crianças não a irem visitar. Como ela mora muuuuito longe, a melhor forma será cada menino levá-la a visitar a sua casa e contar-lhe as suas histórias. Então hoje a Filó visita a sala e conhece cada menino, que deverá dizer o seu nome e a sua idade e, depois de brincar um pouco, ela tem de ficar a descansar.
Ideia interessante?
Desenvolvi um Projecto semelhante, num Jardim de infância onde estagiei embora não tivesse sido com uma bruxa, mas as ideias podem (e devem) ser adaptadas. Na altura, serviu para trabalhar a Relação Escola-Família dentro do tem da Interculturalidade, de forma a levar os pais/famílias a conhecerem-se e a partilharem as suas raízes culturais. As crianças aprenderam conceitos como país, cidade, família... falaram dos seus avós, representaram o seu lugar/papel no seu núcleo familiar, entre outras coisas. Correu tudo muito bem e as crianças (3-6 anos) envolveram-se bastante, embora tenha na altura achado que quem mais se interessou foram os mais velhos. Assim como a restante equipa e as famílias também se envolveram bastante.
Elsa Filipe
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Bruxas más. Fadas boas...
Aqui vos lanço em primeira mão a Bruxa Filó.
Será uma bruxa? Será uma Fada?
É uma fada sem asas, mas passeia pelo Mundo fora na sua vassoura.
É uma bruxa boa que gosta de animar as crianças com fome e frio.
Faz magia, sabe truques e sabe contar histórias.
Não a querem nos castelos, nem a deixam voar nos palácios.
Os adultos não acreditam nas crianças que a vêem, mas meninos e meninas por todo o Mundo a guardam no seu imaginário... e por isso ela apesar de tudo é uma bruxinha feliz!
Aqui vos deixo a Filó.
Fada ou Bruxa, como mais gostarem dela.
Será uma bruxa? Será uma Fada?
É uma fada sem asas, mas passeia pelo Mundo fora na sua vassoura.
É uma bruxa boa que gosta de animar as crianças com fome e frio.
Faz magia, sabe truques e sabe contar histórias.
Não a querem nos castelos, nem a deixam voar nos palácios.
Os adultos não acreditam nas crianças que a vêem, mas meninos e meninas por todo o Mundo a guardam no seu imaginário... e por isso ela apesar de tudo é uma bruxinha feliz!
Aqui vos deixo a Filó.
Fada ou Bruxa, como mais gostarem dela.
Elsa Filipe
A Bruxa Filó
Era uma vez...
Uma Bruxa muito velha, sentada num banco de madeira em frente a um caldeirão a fumegar. Na cabeça trazia um chapéu bicudo, velho cheio de pó. E vestia-se de preto, como só as velhas, muito velhinhass se vestem.
Tinha 135 anos. Já tinha morado em 23 países diferentes e conhecido muita gente e muitas culturas.
Agora, vivia na cave do João e só ele sabia que ela ali estava.
Só ele a via.

Filó era uma das raras fadas que nasciam sem asas. Por algum motivo ela era diferente e quando mais nova, observava as outras fadas suas irmãs, todas com asas como as borboletas, mas a Filó nasceu sem asas e por isso usava uma vassoura mágica para se deslocar de um lado para o outro.
As outras fadas riam-se dela. Chamavam-lhe bruxa, mas ela não se zangava com elas. Por vezes, deixavam-na sozinha quando iam voar todas juntas, mas Filó não se importava. Ela era feliz assim como tinha nascido e não precisava de asas para visitar os seus amigos.
Se fosse uma fada com asas, como as dos contos, Filó faria magias para as Princesas nos Castelos, mas sem asas e com a sua vassoura voadora, a bruxinha não era querida nos palácios. Assim, ela preferia visitar as crianças pobres nas aldeias e, como sabia alguns truques, animava as suas manhãs frias e dava-lhes alegria nos dias de fome. E os seus sorrisos faziam-na muito mais feliz que as riquezas dos castelos.
Agora a bruxa Filó, já estava velha e vivia com um menino, na sua cave, onde só ele e mais ninguém, sabia onde ela estava. E era feliz assim.
Uma Bruxa muito velha, sentada num banco de madeira em frente a um caldeirão a fumegar. Na cabeça trazia um chapéu bicudo, velho cheio de pó. E vestia-se de preto, como só as velhas, muito velhinhass se vestem.
Tinha 135 anos. Já tinha morado em 23 países diferentes e conhecido muita gente e muitas culturas.
Agora, vivia na cave do João e só ele sabia que ela ali estava.
Só ele a via.

Quando era nova, a bruxa Fíló tinha muitos amigos e viajava imenso. Nessa altura, o seu aspecto era outro, as roupas mais claras, a pele menos enrugada e todos gostavam dela porque era bonita. Porque Filó era uma bruxa boa. Mas, perguntam vocês, as fadas é que são boas! Nos contos as bruxas são más! Pois é. Assim se passa em muitos contos de encantar, mas no mundo das histórias também há pessoas diferentes e os seres mágicos também têm as suas particularidades.
A Filó era uma fada pequenina, que olhava da sua janela as outras fadas a voar de flor em flor, a subeir bem alto e a descer em piruetas. Ela olhava e aguardava muito ansiosa que as suas asas despontassem, mas o tempo passava e isso nunca aconteceu.
As outras fadas riam-se dela. Chamavam-lhe bruxa, mas ela não se zangava com elas. Por vezes, deixavam-na sozinha quando iam voar todas juntas, mas Filó não se importava. Ela era feliz assim como tinha nascido e não precisava de asas para visitar os seus amigos.
Se fosse uma fada com asas, como as dos contos, Filó faria magias para as Princesas nos Castelos, mas sem asas e com a sua vassoura voadora, a bruxinha não era querida nos palácios. Assim, ela preferia visitar as crianças pobres nas aldeias e, como sabia alguns truques, animava as suas manhãs frias e dava-lhes alegria nos dias de fome. E os seus sorrisos faziam-na muito mais feliz que as riquezas dos castelos.
Agora a bruxa Filó, já estava velha e vivia com um menino, na sua cave, onde só ele e mais ninguém, sabia onde ela estava. E era feliz assim.
Elsa Filipe
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Poesia de Outono
Para os mais pequeninos....
PORQUE CAEM SEMPRE AS FOLHAS,
QUANDO CHEGA O OUTONO,
SERÁ QUE TÊM FRIO,
OU SERÁ QUE TÊM SONO?
ERAM VERDES, ESTÃO CASTANHAS,
QUEM AS VÊ E QUEM AS VIU,
AS FOLHAS CAEM NO OUTONO
E AS ÁRVORES FICAM COM FRIO.
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