Terminei esta semana o livro de Maggie O'Farrell.
No início, gostei bastante, mas a cerca de metade do livro comecei a ficar menos entusiasmada e no fim, posso dizer que fiquei mesmo desiludida. Esperava mais, uma vez que já tinha lido e gostado bastante desta autora. As incertezas do coração podem ser talvez traduzidas em incertezas da mente, nas partidas da mente de uma pessoa que de alguma forma se encontra psiquiatricamente doente, mas nada nos diz no livro que Lily terá alguma patologia. Alguns episódios levam-me a essa conclusão. Sinead não é um fantasma, nem está morta, mas aparece como se fosse, mesmo quando Lily já sabe que a imagem que vê, não pode ser real.
Nota 3 para este livro.
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Adoro receber miminhos. Se me escrever, eu vou publicar os seu textos e comentários, com todo o carinho, pois este é um local de partilha.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
"Incertezas do coração"
"Lily dá um passo em frente. Ele parece diferente sob esta luz. A sua camisa, com um padrão agitado, está enrolada nas mangas, uma mais para cima do que a outra, o que lhe permite observar a linha do bronzeado dele."
Maggie O'Farrel
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
"O pacto"
O amor entre dois jovens ultrapassa muitas vezes barreiras que podem parecer inconcebíveis.
Um livro que me fez chorar, tremer, amar, odiar e que tantas vezes tive de parar de ler para respirar fundo um pouco, mas logo se assumava de mim umja vontade enorme de saber mais, a pura curiosidade que nos faz ir lé só para espreitar. Tantas vezes tive de resistir a saltar um capítulo só para saber como continuava aquela sequência.
Jodi é de fato uma escritora maravilhosa, merecedora de todos os prémios que ganhou e outros mais. Adorei a 100%. É o retrato fiel dos jovens (americanos) mas que nos faz ver neles todos os jovens de outros países, mesmo que com realidades diferentes.
Nota 5.
Um livro que me fez chorar, tremer, amar, odiar e que tantas vezes tive de parar de ler para respirar fundo um pouco, mas logo se assumava de mim umja vontade enorme de saber mais, a pura curiosidade que nos faz ir lé só para espreitar. Tantas vezes tive de resistir a saltar um capítulo só para saber como continuava aquela sequência.
Jodi é de fato uma escritora maravilhosa, merecedora de todos os prémios que ganhou e outros mais. Adorei a 100%. É o retrato fiel dos jovens (americanos) mas que nos faz ver neles todos os jovens de outros países, mesmo que com realidades diferentes.
Nota 5.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
"O pacto"
Um bestseller internacional. De Jodi Picoult.
Comecei hoje a ler e já me custa largá-lo.
A história é sobre duas famílias, que se conhecem há dezoito anos e partilham tudo. Os filhos Chris e Emily são almas gémeas desde que nasceram e por isso ninguém estarnha que começasem cedo a namorar. mas num momento aterrador, os Harte e os Gold vão enfrentar o maior medo de um pai: Será que conhecemos verdadeiramente os nossos filhos?
Comecei hoje a ler e já me custa largá-lo.
A história é sobre duas famílias, que se conhecem há dezoito anos e partilham tudo. Os filhos Chris e Emily são almas gémeas desde que nasceram e por isso ninguém estarnha que começasem cedo a namorar. mas num momento aterrador, os Harte e os Gold vão enfrentar o maior medo de um pai: Será que conhecemos verdadeiramente os nossos filhos?
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"Nome de código: Leoparda"
Do aclamado mestre da ficção e do suspense: Ken Follett. A história passa-se em plena guerra mundial. Em Maio de 1944, duas semanas ante do dia D, a Resistência Francesa empreendeu um ataque falhado a um castelo que albergava ma central telefónica alemã. Felicity Clairet é uma jovem agente britânica que vai levar a cabo um plano fora do normal: conduzir um grupo de mulheres até França e destruirem a central telefónica.
Precisei de fazer uma pausa do livro de Dostoievski e fui à biblioteca buscar mais três livros. Não resisti a começar logo a ler este na sexta-feira da semana passada.
Uma hitória de suspense do primeiro ao último momento, com um enredo avassalador e supreendente. Nota 5 para este Romance, tão tão bom.
Precisei de fazer uma pausa do livro de Dostoievski e fui à biblioteca buscar mais três livros. Não resisti a começar logo a ler este na sexta-feira da semana passada.
Uma hitória de suspense do primeiro ao último momento, com um enredo avassalador e supreendente. Nota 5 para este Romance, tão tão bom.
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sábado, 29 de setembro de 2012
"Humilhados e Ofendidos"
Esta semana, depois de acabar o meu último livro, comecei a tentar ler um clássico da literatura - da mesma coleção de Naná que antes aqui falei - mas o ritmo de leitura deste tipo de livros exige muito mais concentração e disponibilidade da minha parte.
Fédor Dostoievski é um escritor russo do século Xix. Rnuncia à carreira de oficial para se dedicar à literatura. A sua vida é recheada de infortúnios. Deportado para a Sibéria com 23 anos, casa-se aos 36 com uma viúva que o maltrata. Em 1864 ela morre e ele fica cheio de dívidas por liquidar. Três anos depois volta a casar-se com uma jovem estudante de 20 anos.
Escreveu entre outros: "Pobre gente" (1848); e "O jogador" (1866).
"Humilhados e Ofendidos" foi escrito em 1861, período em que ainda estava casado com a sua primeira mulher. Poucas páginas passadas ainda, mas já se tornou certo que é uma história de amor e de honra. Um livro maçudo para já e do qual tive de fazer uma pausa para digerir os primeiros capítulos lidos.
Entretanto fui à biblioteca e trouxe três títulos que vou entretanto apresentar aqui ainda nos próximos dias.
Fédor Dostoievski é um escritor russo do século Xix. Rnuncia à carreira de oficial para se dedicar à literatura. A sua vida é recheada de infortúnios. Deportado para a Sibéria com 23 anos, casa-se aos 36 com uma viúva que o maltrata. Em 1864 ela morre e ele fica cheio de dívidas por liquidar. Três anos depois volta a casar-se com uma jovem estudante de 20 anos.
Escreveu entre outros: "Pobre gente" (1848); e "O jogador" (1866).
"Humilhados e Ofendidos" foi escrito em 1861, período em que ainda estava casado com a sua primeira mulher. Poucas páginas passadas ainda, mas já se tornou certo que é uma história de amor e de honra. Um livro maçudo para já e do qual tive de fazer uma pausa para digerir os primeiros capítulos lidos.
Entretanto fui à biblioteca e trouxe três títulos que vou entretanto apresentar aqui ainda nos próximos dias.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
"Depois de tu partires"
Terminei a leitura de "Depois de tu partires" ontem e fiquei com a sensação de querer saber mais. Lançaram-me um desafio como leitora de juntar as pontas cortadas e emaranhadas de um novelo, mas faltavam partes do novelo, e não consegui terminar a minha tarefa.
Maggie O'Farrel nasceu na Irlanda do Norte e é atualmente colaboradora de diversas revistas e jornais dedicando o seu tempo também à escrita de romances. Fez deste a sua estreia, recebendo o Betty Trask Award.
Gostei bastante do enredo e da sua complexidade, brilhantemente construído e com uma impressionante densidade tanto psicológica cmo emocional. No íntimo de cada família, há segredos que se escondem pelos véus do tempo. No caso de Alice, esses véus vão sendo levantados numa dança entre o passado e o presente, enqunato esta está em coma após uma (aparente) tentativa de suicídio. Uma história envolvente que merece nota 4. Não é máximo porque fiquei frustrada de, no fim, não saber o fim da história. Falta a continuação.
Maggie O'Farrel nasceu na Irlanda do Norte e é atualmente colaboradora de diversas revistas e jornais dedicando o seu tempo também à escrita de romances. Fez deste a sua estreia, recebendo o Betty Trask Award.
Gostei bastante do enredo e da sua complexidade, brilhantemente construído e com uma impressionante densidade tanto psicológica cmo emocional. No íntimo de cada família, há segredos que se escondem pelos véus do tempo. No caso de Alice, esses véus vão sendo levantados numa dança entre o passado e o presente, enqunato esta está em coma após uma (aparente) tentativa de suicídio. Uma história envolvente que merece nota 4. Não é máximo porque fiquei frustrada de, no fim, não saber o fim da história. Falta a continuação.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
"As raparigas do Rosário"
Uma das vozes mais poderosas e de maior talento da actualidade dá vida a um thriller moderno de grande pujança baseado numa ideia de vingança e revolta. Chase, motorista de ambulâncias fica traumatizado desde o dia em que perdeu a filha por não ter chegado a tempo ao hospital não conseguindo evitar que a sua mulher abortasse no caminho. A partir daí, a sua sede de castigar jovens que planeiam suicidar-se assume contornos assassinos sendo o seu alvo raparigas pertencentes a colégios católicos. As execuções obedecem a um ritual meticulosamente planeado: primeiro a fase da oração e em seguida a tortura e execução, sendo as mãos das escolhidas aparafusadas em oração eterna segurando um rosário a que falta um número diferente de contas em cada crime. Antes que o ciclo fique completo, torna-se urgente identificar e capturar o assassino que está a assombrar Filadélfia. Um thriller de elevado suspense e acção que mantém o leitor a desconfiar de várias personagens.
(in: http://www.wook.pt/ficha/as-raparigas-do-rosario/a/id/194954)
Uma história marcante, em que inversamente à sinopse acima, Chase é a última pessoa de que vão suspeitar. A mente humana é um território adverso e misterioso, e o que parece nem sempre o é. Um livro de leitura fácil, mas ao mesmo tempo tentadoramente enganador na sua simpliciddae. Richard é sem dúvida um escritor fabuloso. Adorei.
Nota 4.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
"As raparigas do Rosário"
Depois de umas semanas de pausa, comecei esta semana a ler "As raparigas do rosário", de Richard Montanari, Editorial Presença - minutos contados.
"Na cidade de Filadélfia não há memória de uma série de crimes tão violentos e brutais como os que os detetives Kevin Byrne e Jessica Balzano têm em mãos. O alvo são as raparigas de colégios católicos, que aparecem mortas em circunstâncias simbólicas evidenciando sinais de tortura e mutilação: as suas mãos são aparafusadas em oração eterna segurando um rosário a que falte um número diferente de contas em cada crime."
É uma narrativa que me parece deveras aliciante e envolvente pertencente a uma série de títulos com o mesmo género literário. Um thriller moderno que me cativou logo pelo comentário de James Ellroy, na capa do mesmo: "Os leitores deste magnífico livro estão nas mãos de um metre do thriller moderno. Prepare-se para ficar a lê-lo pela noite fora". Se já o tinha na mão, tinha de o trazer da biblioteca.
"Na cidade de Filadélfia não há memória de uma série de crimes tão violentos e brutais como os que os detetives Kevin Byrne e Jessica Balzano têm em mãos. O alvo são as raparigas de colégios católicos, que aparecem mortas em circunstâncias simbólicas evidenciando sinais de tortura e mutilação: as suas mãos são aparafusadas em oração eterna segurando um rosário a que falte um número diferente de contas em cada crime."
É uma narrativa que me parece deveras aliciante e envolvente pertencente a uma série de títulos com o mesmo género literário. Um thriller moderno que me cativou logo pelo comentário de James Ellroy, na capa do mesmo: "Os leitores deste magnífico livro estão nas mãos de um metre do thriller moderno. Prepare-se para ficar a lê-lo pela noite fora". Se já o tinha na mão, tinha de o trazer da biblioteca.
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