Comecei a ler mais um cássico da literatura: "O primeiro amor", de Turgueniev.
O que estou a ler é mesmo daqueles de capa dura, vermelha e dourada, editado pelo Circulo de Leitores. Pertencia à minha mãe e já os tenho comigo à algum tempo, mas nunca os tinha lido. Prefiro livros que possa manusear sem medos de os "partir" - este tenho de ter mil cuidados porque não o posso estragar -mas vou lê-lo na mesma. Até porque já me embrenhei logo nas primeiras páginas!
Agora falta arranjar tempo para me entregar a este pequeno prazer!
Deixe o seu comentário!
Adoro receber miminhos. Se me escrever, eu vou publicar os seu textos e comentários, com todo o carinho, pois este é um local de partilha.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
"Os anões" chegam ao fim
E eu não encontrei anões. Serão anões as personagens principais? Se são, onde - porventura passei esse excerto sem lhe dar atenção- isso está descrito? Ou será que pelo título ser esse, subentende-se que esses são anões e que temos de pensar e agir como assim sendo? Perdida pelas divagações e pelas dúvidas, folheei página a página até ao fim do livro. Voltei atrás. Marquei entradas que me agradaram. E acabei de ler, mas sem encontrar o meu fio de meada. Uma relação terminou - ou talvez esteja apenas um impasse; dois amigos zangam-se e dizem tudo o que pensam um ao outro - mas quando se é amigo, as verdades são apenas isso e é bom que sejam ditas, diretamente, sem secretismos. Pois são esses secretismos que minam uma amizade. A amizade não acaba. Um dos amigos adoece, mas nem isso o impede de continur a ser o conquistador nem de manter todas as suas atitudes como até aí.
E este foi o único romance de Harold Pinter. Era uma peça e foi transformado em Romance. Talvez como peça se leia melhor. Assim, é um diálogo feito de muitos diálogos e de pensamentos que vão aparecendo e desaparecendo tal como atores que entram e saem de cena.
Cansada. Fiquei cansada de ler esta última parte do livro. Foi crescendo o ritno enquanto o caminho para a meta ia ficando mais curto. Foi por teimosia - e como hoje aqui estou sem nada para fazer - mas já estou livre para começar a ler outra coisa. Já tinha vontade de começar outro livro, mas não gosto de ter dois livros em aberto. Nem gosto de deixar um livro a meio - às vezes acontece mas não gosto de o fazer - e decidi que este tinha de o terminar este fim-de-semana. Já o fiz.
E quanto à nota que lhe dou... Podia ser mais, mas a verdade é que lê-lo foi uma teimosia e não um prazer - como eu acho que deve ser a leitura, senão não vale a pena - vou dar-lhe um 1. É que, para mim, não valeu a pena terminá-lo.E por hoje ficamos por aqui.
E este foi o único romance de Harold Pinter. Era uma peça e foi transformado em Romance. Talvez como peça se leia melhor. Assim, é um diálogo feito de muitos diálogos e de pensamentos que vão aparecendo e desaparecendo tal como atores que entram e saem de cena.
Cansada. Fiquei cansada de ler esta última parte do livro. Foi crescendo o ritno enquanto o caminho para a meta ia ficando mais curto. Foi por teimosia - e como hoje aqui estou sem nada para fazer - mas já estou livre para começar a ler outra coisa. Já tinha vontade de começar outro livro, mas não gosto de ter dois livros em aberto. Nem gosto de deixar um livro a meio - às vezes acontece mas não gosto de o fazer - e decidi que este tinha de o terminar este fim-de-semana. Já o fiz.
E quanto à nota que lhe dou... Podia ser mais, mas a verdade é que lê-lo foi uma teimosia e não um prazer - como eu acho que deve ser a leitura, senão não vale a pena - vou dar-lhe um 1. É que, para mim, não valeu a pena terminá-lo.E por hoje ficamos por aqui.
Etiquetas:
Escritor,
Lista de leitura 2011,
Livros,
Reflexão,
Romances
"Os Anões"
Ainda não consegui terminar "Os anões" de Harold Pinter. Não tenho tido tanto tempo como gostaria para ler, mas por outro lado, acho o livro complicado. Ainda não percebi a história e já vou no capítulo 17. Nem sei se o acabe de ler. Por um lado, tenhos outros para começar e este não me está a interessar muito, mas por outro lado, ainda tenho uma réstia de esperança de compreender a história e de perceber o porquê deste ser um autor Nobel. Perceber as personagens era meio caminho andado para compreender a história, mas a aparência simples de cada frase e de cada diálogo, sobre o quotidiano destas quatro vidas que se misturam, fazem-me ter aquela sensação de quando acendemos a televisão e apanhamos um filme a meio: mesmo que vejamos o que resta, faltará sempre alguma coisa, existirá sempre um vazio que não ficará prrenchido enquanto não virmos o filme todo desde o início.
Todo o livro é um diálogo entre quatro personagens: Len, Mark, Pete e Virginia. Conversam curriqueiramente sobre tudo e mais alguma coisa: o tempo, a cor dos móveis, a religião, os sentimentos, a política. Sem se demorarem em qualquer dos assuntos e sem aprofudarem nenhum dos temas. As interjeições são frequentes e enriquecem os diálogos, mas também me baralham, porque muitas vezes não percebo se um "Hum" é de concordância ou de discórdia. As personagens também são muito dúbias, não as consigo caraterizar, não consigo percebê-las. A mim, parece-me que Virginia é uma mulher da vida. No entanto, a sua paixão é com Pete, seu companheiro.
"- Mas gostas dele, não gostas?
- Se gosto dele? gosto dele pois.
Pete cortou um tomate às rodelas e deitou um pouco de sal na beira do prato.
- Ele sabe escutar - disse Virginia.
- É um reaccionário. é o que ele é. Outro dia tentou convencer-me que a solução para os meus problemas era ir para a cama mais vezes contigo. (...)
- Quer dizer que lhe disseste que não fazemos amor muitas vezes?
- Disse.
- Oh.
- Porquê? Importas-te?" (capitulo três)
Pete divaga longamente sobre temas vãos:
(...) "Sou o mais possível a favor do comportamento natural dos quartos, portas, escadas, tudo. mas não me posso fiar neles.. Quando, por exemplo, olho pela janela de um comboio, à noite, vejo as luzes amarelas, muito nítidas, vejo o que elas são, e vejo que estão paradas. Mas só estão paradas porque eu estou em movimento. (...) Por isso devem estar relativamente imóveis, pela sua própria natureza, uma vez que a própria terra está imóvel, o que, claro, não é verdade (...) Estou sentado num canto. Estou imóvel. Estou, talvez a ser mexido, mas eu não me mexo. E as luzes amarelas também não. O comboio mexe-se é certo, mas que tem um comboio a ver com o caso?" (capítulo 2)
Este é daqueles livros que poderia pôr de parte porque não me interessou minimamente. Mas quero terminar. Por teimosia, mais do que pelo gozo que me possa dar lê-lo. Pois só o terminando o poderei comentar. Alguém já o leu? Que acharam?
Todo o livro é um diálogo entre quatro personagens: Len, Mark, Pete e Virginia. Conversam curriqueiramente sobre tudo e mais alguma coisa: o tempo, a cor dos móveis, a religião, os sentimentos, a política. Sem se demorarem em qualquer dos assuntos e sem aprofudarem nenhum dos temas. As interjeições são frequentes e enriquecem os diálogos, mas também me baralham, porque muitas vezes não percebo se um "Hum" é de concordância ou de discórdia. As personagens também são muito dúbias, não as consigo caraterizar, não consigo percebê-las. A mim, parece-me que Virginia é uma mulher da vida. No entanto, a sua paixão é com Pete, seu companheiro.
"- Mas gostas dele, não gostas?
- Se gosto dele? gosto dele pois.
Pete cortou um tomate às rodelas e deitou um pouco de sal na beira do prato.
- Ele sabe escutar - disse Virginia.
- É um reaccionário. é o que ele é. Outro dia tentou convencer-me que a solução para os meus problemas era ir para a cama mais vezes contigo. (...)
- Quer dizer que lhe disseste que não fazemos amor muitas vezes?
- Disse.
- Oh.
- Porquê? Importas-te?" (capitulo três)
Pete divaga longamente sobre temas vãos:
(...) "Sou o mais possível a favor do comportamento natural dos quartos, portas, escadas, tudo. mas não me posso fiar neles.. Quando, por exemplo, olho pela janela de um comboio, à noite, vejo as luzes amarelas, muito nítidas, vejo o que elas são, e vejo que estão paradas. Mas só estão paradas porque eu estou em movimento. (...) Por isso devem estar relativamente imóveis, pela sua própria natureza, uma vez que a própria terra está imóvel, o que, claro, não é verdade (...) Estou sentado num canto. Estou imóvel. Estou, talvez a ser mexido, mas eu não me mexo. E as luzes amarelas também não. O comboio mexe-se é certo, mas que tem um comboio a ver com o caso?" (capítulo 2)
Este é daqueles livros que poderia pôr de parte porque não me interessou minimamente. Mas quero terminar. Por teimosia, mais do que pelo gozo que me possa dar lê-lo. Pois só o terminando o poderei comentar. Alguém já o leu? Que acharam?
domingo, 18 de setembro de 2011
Escrita criativa
Têm espreitado a minha página de escrita criativa? Passem lá e comentem. São apenas excertos que vou reescrevendo ali, sem pretensões de nada. Apenas um treino da mente e da capacidade de escrever. É que o cérebro é um músculo que tem de ser trabalhado de vez em quando. Além de ler - que adoro - por vezes (menos do que as que devia) pratico a escrita. Uns minutos por dia. Umas frases, pensamentos, devaneios, não importa. Escrevo o que me apetece. Sem pretensões de mais nada. Só escrever. Treinar a escrita.
Experimentem fazê-lo uma ou outra vez. E verão que vos solta bastante a imaginação.
"Uma a uma, soletram os seus nomes. Depois escrevem-nos com um marcador grosso num pedaço de cartão. Dobram-no. Colocam-no sobre a secretária. Por baixo do tampo que se pode levantar, estão os livros. No ano passado, estiveram ali nas mesmas secretárias e algumas até lhes custava chegar com os pés ao chão. As cadeiras velhas deixam nas meias malhas que não serão concertadas."
Experimentem fazê-lo uma ou outra vez. E verão que vos solta bastante a imaginação.
"Uma a uma, soletram os seus nomes. Depois escrevem-nos com um marcador grosso num pedaço de cartão. Dobram-no. Colocam-no sobre a secretária. Por baixo do tampo que se pode levantar, estão os livros. No ano passado, estiveram ali nas mesmas secretárias e algumas até lhes custava chegar com os pés ao chão. As cadeiras velhas deixam nas meias malhas que não serão concertadas."
Da minha autoria.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Por aqui
Regressei ao trabalho e entre isso e o cuidar do bebé, tenho tido pouco tempo para vir aqui postar. E também diminuí bastante o meu ritmo de leitura. Entretanto já estou a ler "Os anões" de Harold Pinter. Depois venho cá falar mais um pouco sobre isso.
sábado, 3 de setembro de 2011
"A Epidemia"
Acabei de ler "A Epidemia" de Robin Cook.
O pânico invade uma clínica da Califórnia onde sete doentes jazem à beira da morte. A descoberta é terrível: trata-se de um surto de Ebola, uma das mais mortíferas doenças que se conhece. A Drª Marissa Blumenthal é chamada para investigar.
Mas algo mais está por detrás do aparecimento destes surtos e Marissa fica sem saber em quem pode confiar.
Robin Cook formou-se na Wesleyan University em Connecticut e daí seguiu para a Faculdade de Medicina e Cirurgia da Columbia University, em Nova Iorque. Depois de receber o seu diploma alistou-se na Marinha e foi aí que, para passar o tempo no serviço de submarino, começou a escrever o seu primeiro romance.
Gostei da forma como Robin Cook escreve - a tradução aqui também tem o seu papel é claro - e se dedica aos pequenos pormenores de uma forma tão sublime, que mesmo sabendo que eles lá estão, não nos deixamos absorver em demasia por eles. Os seus livros têm ritmo e conquistaram-me pela harmonia das palavras, ao mesmo tempo que me fazem absorver sofregamente cada uma das frases até, finalmente, terminar a leitura e ficar a olhar a capa, a desfolhar cada página e a reler cada passagem mais marcante.
O pânico invade uma clínica da Califórnia onde sete doentes jazem à beira da morte. A descoberta é terrível: trata-se de um surto de Ebola, uma das mais mortíferas doenças que se conhece. A Drª Marissa Blumenthal é chamada para investigar.
Mas algo mais está por detrás do aparecimento destes surtos e Marissa fica sem saber em quem pode confiar.
Robin Cook formou-se na Wesleyan University em Connecticut e daí seguiu para a Faculdade de Medicina e Cirurgia da Columbia University, em Nova Iorque. Depois de receber o seu diploma alistou-se na Marinha e foi aí que, para passar o tempo no serviço de submarino, começou a escrever o seu primeiro romance.
Gostei da forma como Robin Cook escreve - a tradução aqui também tem o seu papel é claro - e se dedica aos pequenos pormenores de uma forma tão sublime, que mesmo sabendo que eles lá estão, não nos deixamos absorver em demasia por eles. Os seus livros têm ritmo e conquistaram-me pela harmonia das palavras, ao mesmo tempo que me fazem absorver sofregamente cada uma das frases até, finalmente, terminar a leitura e ficar a olhar a capa, a desfolhar cada página e a reler cada passagem mais marcante.
Etiquetas:
Escritor,
Lista de leitura 2011,
Livraria,
Plano Nacional de Leitura
sábado, 27 de agosto de 2011
Pelas páginas de um livro...
...linha após linha, palavra sobre palavra, como pedras que cimentam uma casa, as palavras cimentam as páginas de um livro e vão compondo a história.
Já acabei de ler "O negociador". Não conhecia o autor, mas acabei a devorar cada página, acelerando para tentar saber o que vinha a seguir. A trama prendeu-me do princípio ao fim, numa riqueza de elementos da história política contemporânea e que facilmente são reconhecíveis, misturados com o drama de uma família cujo filho foi alvo de rapto e de um homem que, contra um governo e contra as mais altas instâncias norte-americanas, tenta repor a verdade, num caso que tem tanto de obscuro como de real.
Este mês tive mais algum tempo para ler - mesmo sabendo que quando regressar ao trabalho, a leitura vai ser um bem tão precioso como o tempo para descansar - o que também significou tempo para mim. Com um piratinha em casa, ler é um luxo. Livro após livro, recupero a "forma" de leitora assídua - que estava perdida algures - e estou a gostar bastante!
Agora estou a ler "A epidemia" de Robin Cook. Já vou bem a meio e estou a gostar bastante. Robin Cook é daqueles escritores que tem o dom de me prender do início ao fim dos livros. Alguém já leu este título?
O que têm lido e que pontuação dão ao último livro que deram?
Já acabei de ler "O negociador". Não conhecia o autor, mas acabei a devorar cada página, acelerando para tentar saber o que vinha a seguir. A trama prendeu-me do princípio ao fim, numa riqueza de elementos da história política contemporânea e que facilmente são reconhecíveis, misturados com o drama de uma família cujo filho foi alvo de rapto e de um homem que, contra um governo e contra as mais altas instâncias norte-americanas, tenta repor a verdade, num caso que tem tanto de obscuro como de real.
Este mês tive mais algum tempo para ler - mesmo sabendo que quando regressar ao trabalho, a leitura vai ser um bem tão precioso como o tempo para descansar - o que também significou tempo para mim. Com um piratinha em casa, ler é um luxo. Livro após livro, recupero a "forma" de leitora assídua - que estava perdida algures - e estou a gostar bastante!
Agora estou a ler "A epidemia" de Robin Cook. Já vou bem a meio e estou a gostar bastante. Robin Cook é daqueles escritores que tem o dom de me prender do início ao fim dos livros. Alguém já leu este título?
O que têm lido e que pontuação dão ao último livro que deram?
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Novas leituras
Já terminei a leitura de "Siddhartha", mas entretanto ainda não tinha tido tempo para vir postar aqui a minha opinião. Gostei bastante do livro. É daquelas leituras fáceis de seguir, com mensagens meticulosamente escondidas por entre as linhas da narrativa. A história parte sobretudo do percurso de vida de Siddhartha e da sua procura intensa pela sabedoria suprema, mas que o leva ao encontro de si mesmo e ao entendimento do Eu.
Recomendo a leitura, é um livro até pequenino, não custa nada! Uma sugestão para uma leitura ao fim da tarde, na esplanada ou na praia.
Entretanto comecei a ler "O negociador" de Frederick Forsyth. Edição da Reader's Digest.
Em Houston, um grupo de conspiradores constituído por personalidades influentes traça um plano secreto para dominar o mundo. E a primeira coisa a fazer é afastar o novo presidente americano. Mas alguém vai fazer-lhes frente e tentar deitar abaixo os seus planos de desacreditação e destruição.
Recomendo a leitura, é um livro até pequenino, não custa nada! Uma sugestão para uma leitura ao fim da tarde, na esplanada ou na praia.
Entretanto comecei a ler "O negociador" de Frederick Forsyth. Edição da Reader's Digest.
Em Houston, um grupo de conspiradores constituído por personalidades influentes traça um plano secreto para dominar o mundo. E a primeira coisa a fazer é afastar o novo presidente americano. Mas alguém vai fazer-lhes frente e tentar deitar abaixo os seus planos de desacreditação e destruição.
Etiquetas:
Lista de leitura 2011,
Livraria,
Sugestões
sábado, 13 de agosto de 2011
Ensinar a gostar dos livros
Hoje deixo-vos aqui alguns conselhos úteis para promover o gosto pela leitura. São apenas 6 conselhos fáceis de seguir!
1º conselho: Livros por todo o lado! É importante que os livros estejam ao alcance das crianças: na sala, no banho, no quarto... Mas atenção! Os livros são para cuidar e isso também se ensina!
2º conselho: Livros desde pequenos e adequados à idade e ao desenvolvimento das crianças. Leia diferentes livros durante a semana e vá aumentando o número de leituras progressivamente.
3º conselho: Elogiar! Muito! Elogie o seu filho pelos livros que leu e mostre-lhe os progressos que fez e o que tem aprendido. Mostre interesse pelos livros que a criança lê e converse com ela sobre o livro.
4º conselho: Leve sempre algum livro consigo para que a criança possa aproveitar o tempo de espera, por exemplo enquanto aguarda por uma consulta. Não se esqueça de levar livros quando vão de férias.
5º conselho: Incentivar! Incentive o seu filho a ler para os irmãos ou familiares mais novos. Leia com a criança cartazes e revistas infantis.
6º conselho: Seja um exemplo! Se você não lê, não irá estimular no seu filho o gosto pelos livros e pela leitura. Leia para ele e com ele.
1º conselho: Livros por todo o lado! É importante que os livros estejam ao alcance das crianças: na sala, no banho, no quarto... Mas atenção! Os livros são para cuidar e isso também se ensina!
2º conselho: Livros desde pequenos e adequados à idade e ao desenvolvimento das crianças. Leia diferentes livros durante a semana e vá aumentando o número de leituras progressivamente.
3º conselho: Elogiar! Muito! Elogie o seu filho pelos livros que leu e mostre-lhe os progressos que fez e o que tem aprendido. Mostre interesse pelos livros que a criança lê e converse com ela sobre o livro.
4º conselho: Leve sempre algum livro consigo para que a criança possa aproveitar o tempo de espera, por exemplo enquanto aguarda por uma consulta. Não se esqueça de levar livros quando vão de férias.
5º conselho: Incentivar! Incentive o seu filho a ler para os irmãos ou familiares mais novos. Leia com a criança cartazes e revistas infantis.
6º conselho: Seja um exemplo! Se você não lê, não irá estimular no seu filho o gosto pelos livros e pela leitura. Leia para ele e com ele.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Herman Hesse
Mais um galardoado com um prémio Nobel da Literatura, que me arrisquei agora a ler. "Herman Hesse nasceu a 2 de Julho de 1877, na Alemanha, e morreu a 9 de Agosto de 1962, na Suíça. Distinguido, em 1946, com o Prémio Nobel da Literatura, tornou-se uma verdadeira figura de culto, uma referência universal ancorada na exaltação que faz do indivíduo e na celebração de um certo misticismo oriental."
Siddhartha, 1922, é o resultado de uma visita à Indía, que fez Hesse descobrir uma cultura e modos de sentir fascinantes.
"Nascido na India, no século VI a.C., filho de um brâmane, Siddhartha passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa. A certa altura, porém abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra."
Siddhartha, 1922, é o resultado de uma visita à Indía, que fez Hesse descobrir uma cultura e modos de sentir fascinantes.
"Nascido na India, no século VI a.C., filho de um brâmane, Siddhartha passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa. A certa altura, porém abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra."(In.: Siddhartha, - contracapa - Coleção Autor Nobel)
"A sua primeira publicação foi em 1922 e conta passagem da sua vida e pensamento durante a sua estadia na Índia em 1910, inspirado na tradição contada de Siddhartha Gautama, o Buda. O livro trata basicamente a busca pela plenitude espiritual, e o alcance de estados em que a mente humana se encontra absolutamente completa e plena."
Subscrever:
Mensagens (Atom)