Já à algum tempo que faltava aqui um post sobre livros infantis.
Ontem comprei para o meu filho um livro do Pingo Doce de capa e folhas de cartão, lavável e ótimo para ele mexer e explorar sozinho ou com a nossa companhia. Chama-se "Os filhotes dos Animais da Quinta" e ele adorou, claro, porque tem animais! É um livro muito simples mas que ajuda no desenvolvimento da linguagem, na associação das vocalizações ao animal correspondente e na aquisião de novas palavras. Agora que ele está a construir frases e tem já "grandes conversas" porque não incentivá-lo com mais livros?
Deixe o seu comentário!
Adoro receber miminhos. Se me escrever, eu vou publicar os seu textos e comentários, com todo o carinho, pois este é um local de partilha.
domingo, 8 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
"A torre do inferno"
Comecei hoje a ler o segundo livro deste mês: "A torre do Inferno", de Richard Martin Stern.
Em resumo é a história do drama de um grupo de pessoas influentes convidado a participar na inauguração de um arranha-céus, considerado o edifício mais alto do mundo com 125 andares. O filme, de 1974, com o mesmo nome, baseia-se apenas em parte no livro, sendo que conta também com algumas cenas de um outro livro, “The Glass Inferno”, de Thomas N. Scortia e Frank M. Robinson.
No filme, Steve McQueen interpreta o líder dos heróicos bombeiros, Michael O'Hallorhan. O.J. Simpson numa famosa participação, é o segurança Harry Jernigan.
"O filme começou a ganhar forma na primavera de 1973, quando a 20th Century Fox e a Warner Bros. disputaram a compra do livro The Tower, de Richard Martin Stern, que relata um incêndio de grandes proporções num novo e moderno arranha-ceus. Longe de ser uma obra-prima, a história era ideal para ser transposta para o grande ecrã e desencadeou uma “guerra” entre os dois estúdios, ganha pela Warner. Semanas mais tarde a Fox teve conhecimento de uma outra obra cuja história era sobre… um incêndio num arranha-céus e comprou o livro por 400 mil dólares, mais 10 mil do que tinha pago a Warner por The Tower." (1)
"O argumento de Silliphant, que deixou de lado grande parte dos dois livros que serviam de base à história, tinha duas personagens principais masculinas: Doug Roberts, o arquitecto do arranha-céus, e Michael O’Hallorhan, o chefe de bombeiros que coordena a missão de salvamento. Para o papel de chefe de bombeiros, Irwin Allen tinha em mente Ernest Borgnine e para o de arquitecto Steven McQueen, um dos maiores actores da década de 70. McQueen concordou em participar no filme e assinou um contracto que lhe permitiria ganhar cerca de 12 milhões de dólares. Mas só depois de assinar o contracto é que o actor leu o argumento e se apercebeu que tinha aceite interpretar o personagem errado: o verdadeiro herói da história era o chefe de bombeiros. Através do seu agente, McQueen fez saber aos estúdios que se algum actor do seu calibre interpretasse o papel de arquitecto, ele interpretaria o de chefe de bombeiros e esse desafio, nos anos 70, só podia significar um nome: o do seu rival Paul Newman." (1)
Fontes:
(1) - http://chambel.net/?p=35
Em resumo é a história do drama de um grupo de pessoas influentes convidado a participar na inauguração de um arranha-céus, considerado o edifício mais alto do mundo com 125 andares. O filme, de 1974, com o mesmo nome, baseia-se apenas em parte no livro, sendo que conta também com algumas cenas de um outro livro, “The Glass Inferno”, de Thomas N. Scortia e Frank M. Robinson.
No filme, Steve McQueen interpreta o líder dos heróicos bombeiros, Michael O'Hallorhan. O.J. Simpson numa famosa participação, é o segurança Harry Jernigan.
"O filme começou a ganhar forma na primavera de 1973, quando a 20th Century Fox e a Warner Bros. disputaram a compra do livro The Tower, de Richard Martin Stern, que relata um incêndio de grandes proporções num novo e moderno arranha-ceus. Longe de ser uma obra-prima, a história era ideal para ser transposta para o grande ecrã e desencadeou uma “guerra” entre os dois estúdios, ganha pela Warner. Semanas mais tarde a Fox teve conhecimento de uma outra obra cuja história era sobre… um incêndio num arranha-céus e comprou o livro por 400 mil dólares, mais 10 mil do que tinha pago a Warner por The Tower." (1)
"O argumento de Silliphant, que deixou de lado grande parte dos dois livros que serviam de base à história, tinha duas personagens principais masculinas: Doug Roberts, o arquitecto do arranha-céus, e Michael O’Hallorhan, o chefe de bombeiros que coordena a missão de salvamento. Para o papel de chefe de bombeiros, Irwin Allen tinha em mente Ernest Borgnine e para o de arquitecto Steven McQueen, um dos maiores actores da década de 70. McQueen concordou em participar no filme e assinou um contracto que lhe permitiria ganhar cerca de 12 milhões de dólares. Mas só depois de assinar o contracto é que o actor leu o argumento e se apercebeu que tinha aceite interpretar o personagem errado: o verdadeiro herói da história era o chefe de bombeiros. Através do seu agente, McQueen fez saber aos estúdios que se algum actor do seu calibre interpretasse o papel de arquitecto, ele interpretaria o de chefe de bombeiros e esse desafio, nos anos 70, só podia significar um nome: o do seu rival Paul Newman." (1)
Fontes:
(1) - http://chambel.net/?p=35
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Entre folhas...
... letras, linhas e histórias, tenho-me absorvido no prazer da leitura. terminado "Os filhos da mãe", um livro que muito me aprouve muito ler, peguei no clássico de Júlio Verne, "Volta ao mundo em oitenta dias". Agarrei-me a ele com aquele sentido de não gostar e de ler porque sim, é um clássico e merece. Nada mais errada. Deslumbrei-me e fiquei logo aborrecida por só ter adquirido o primeiro da coleção que tem saído com o Correio da Manhã. Devorei cada página, cada linha, como se viajasse também eu pelo mundo, naquela fantástica viagem.
"Inglês de nascimento com toda a certeza, Phileas Fogg não era talvez londrino (...) Não era industrial, negociante, comerciante ou agricultor."
É assim, com inúmeros substantivos e mais pelo que nãpo será este gentleman que Júlio Verne começa por nos dar a conhecer a cara principal desta história. Um homem misterioso, matematicamente rigoroso e a cuja vida falta o imprevisto.
"A Phileas Fogg não se conheciam nem mulher nem filhos (...) nem parentes nem amigos (...). Bastava-lhe um criado."
Um criado e o seu clube de eleição - o refor club - onde jogava invariavelmente whist. E é nesse mesmo clube que tem lugar uma conversa da qual resulta uma aposta: Vinte mil libras em como consegue dar a volta ao globo terrestre em apenas oitenta dias. Nada mais nada menos. Jornada em que o seu novo criado, Passepartout, se vê logo metido nos primeiros instantes ao serviço do seu amo. A partir daqui, as milhas são percorridas dia após dia, hora após hora, num percurso não sem obstácuos, que deixa em muitos casos os nossos aventureiros em risco da própria vida.
Aconselho vivamente. E quem não conhece - como eu não conhecia - leiam-no pelo menos para dar a este nosso ´lássico da literatura uma oportunidade: Júlio Verne.
"Inglês de nascimento com toda a certeza, Phileas Fogg não era talvez londrino (...) Não era industrial, negociante, comerciante ou agricultor."
É assim, com inúmeros substantivos e mais pelo que nãpo será este gentleman que Júlio Verne começa por nos dar a conhecer a cara principal desta história. Um homem misterioso, matematicamente rigoroso e a cuja vida falta o imprevisto.
"A Phileas Fogg não se conheciam nem mulher nem filhos (...) nem parentes nem amigos (...). Bastava-lhe um criado."
Um criado e o seu clube de eleição - o refor club - onde jogava invariavelmente whist. E é nesse mesmo clube que tem lugar uma conversa da qual resulta uma aposta: Vinte mil libras em como consegue dar a volta ao globo terrestre em apenas oitenta dias. Nada mais nada menos. Jornada em que o seu novo criado, Passepartout, se vê logo metido nos primeiros instantes ao serviço do seu amo. A partir daqui, as milhas são percorridas dia após dia, hora após hora, num percurso não sem obstácuos, que deixa em muitos casos os nossos aventureiros em risco da própria vida.
Aconselho vivamente. E quem não conhece - como eu não conhecia - leiam-no pelo menos para dar a este nosso ´lássico da literatura uma oportunidade: Júlio Verne.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
"Cromossma 6"
Entretanto já tinha terminado de ler "Cromossoma 6" de Robin Cook.
Não foi dos livros de Cook que mais me fascinou, mas gostei do enredo. Conhecendo mais alguns dos seus livros, não teve o desfecho arriscado que se encontra noutros livros do autor.
A ação desta história de situa-se em dois cenários muito diferentes: Nova-Iorque e África Equatorial, e revela as assustadoras possibilidades médicas do futuro. A história começa quando um chefe da máfia, Carlo Franconi é assassinado. O seu corpo é levado para autópsia e, num que era para ser um dia de trabalho normal, algo de misterioso acontece e o corpo desaparece da morgue. Alguns dias mais tarde, é encontrado no mar e levado para a mesma mesa da morgue um cadáver não identificado e mutilado. Após horas de pesquisa, especulação e árduo trabalho dos médicos legistas envolvidos, o corpo acaba por ser identificado como o de Carlo Franconi. Mas o mistério continua - algo está errado com aquele fígado ou com o que dele resta.
Entretanto em África algo se passa num centro médico muito avançado para aquela zona equatorial e até para a época. E um dos médicos envolvidos começa a perceber que talvez tenha cometido um erro... mas o que envolve muito dinheiro, não pode ser confrontado.
Não foi dos livros de Cook que mais me fascinou, mas gostei do enredo. Conhecendo mais alguns dos seus livros, não teve o desfecho arriscado que se encontra noutros livros do autor.
A ação desta história de situa-se em dois cenários muito diferentes: Nova-Iorque e África Equatorial, e revela as assustadoras possibilidades médicas do futuro. A história começa quando um chefe da máfia, Carlo Franconi é assassinado. O seu corpo é levado para autópsia e, num que era para ser um dia de trabalho normal, algo de misterioso acontece e o corpo desaparece da morgue. Alguns dias mais tarde, é encontrado no mar e levado para a mesma mesa da morgue um cadáver não identificado e mutilado. Após horas de pesquisa, especulação e árduo trabalho dos médicos legistas envolvidos, o corpo acaba por ser identificado como o de Carlo Franconi. Mas o mistério continua - algo está errado com aquele fígado ou com o que dele resta.
Entretanto em África algo se passa num centro médico muito avançado para aquela zona equatorial e até para a época. E um dos médicos envolvidos começa a perceber que talvez tenha cometido um erro... mas o que envolve muito dinheiro, não pode ser confrontado.
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"Os filhos da mãe"
Comecei e terminei a leitura de "Os filhos da mãe" de Rita Ferro, tão depressa que só hoje peguei bem no livro e lhe analisei a capa ao pormenos, percorrendo a imagem que o ilustra com lhos de quem vê naquela capa uma das várias cenas descritas nas páginas que envolve.Se o puder considerar como romance, este é de fato um romance apaixonado que reflete a vida, desconcertante, de uma família enlaçada por laços ténues, frágeis e irreais, que (con-)vive num espaço exíguo.
Um romance que me demorou a avaliar, pois é daqueles que gostamos mas não sabemos bem porquê e não saberia como justificar a nota caso mo pedissem. Fica com nota 3.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
"Cromossoma 6"
Hoje comecei a ler "Cromossoma 6" de Robin Cook. Envolve experiências científicas, médicos, mafias, crimes... tudo o que uma boa história de Cook tem de melhor.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
De férias...
... mas a fazer uma etapa de 36 horas no quartel. O que entra outras coisas também dá para ler.
Terminei "Toxina" de Robin Cook. Adorei e fiquei com vontade de ler mais um bocadinho.
Entretanto comecei a ler "Uivo de liberdade" (dos livros condensados).
Mas não resisti e ontem passei na biblioteca. Trouxe mais dois livros: um de Robin Cook e outro de Rita Ferro. Dois autores distintos, opostos, na língua, nas origens e na sua forma de escrever, que me agradam de maneiras totalmente diferentes.
Terminei "Toxina" de Robin Cook. Adorei e fiquei com vontade de ler mais um bocadinho.
Entretanto comecei a ler "Uivo de liberdade" (dos livros condensados).
Mas não resisti e ontem passei na biblioteca. Trouxe mais dois livros: um de Robin Cook e outro de Rita Ferro. Dois autores distintos, opostos, na língua, nas origens e na sua forma de escrever, que me agradam de maneiras totalmente diferentes.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Últimas da Bebeteca
No dia 28 de Abril, à tarde, fui com o meu piratinha à bebeteca do Seixal, a um atelier de Música para bebés, o primeiro do Martim.
Correu muito bem, eles eram muito simpáticos e cativaram logos os bebés com o seu tom de voz calmo e as melodias suaves e simples, a sonoridade de vários instrumentos e as canções e danças novas que aprendemos. Durante aquela hora, despertaram os sentidos dos bebés presentes e até as mães se soltaram e cantaram com eles em coro, com direito a cantiga de embalar e muitos miminhos. Eu adorei e o Martim estava encantado e portou-se muito bem.
Comos gostámos da primeira experiência, no sábado passado, repetimos a dose: desta vez o tema eram as lengalengas. A Educadora Carmo animou mães, pais e bebés. Os papás da Matilde ensinaram uma canção aos outros pais. Os bebés jogaram ao som da cantilena infantil "Fui ao Jardim da Celeste...", receberam flores de papel e colaram-nas em papel de cenário. Depois desenharam a relva e carimbaram muitos caracóis! O Martim interagiu com as outras crianças e participou nas atividades propostas, portou-se muito bem o meu pequenino.
Correu muito bem, eles eram muito simpáticos e cativaram logos os bebés com o seu tom de voz calmo e as melodias suaves e simples, a sonoridade de vários instrumentos e as canções e danças novas que aprendemos. Durante aquela hora, despertaram os sentidos dos bebés presentes e até as mães se soltaram e cantaram com eles em coro, com direito a cantiga de embalar e muitos miminhos. Eu adorei e o Martim estava encantado e portou-se muito bem.
Comos gostámos da primeira experiência, no sábado passado, repetimos a dose: desta vez o tema eram as lengalengas. A Educadora Carmo animou mães, pais e bebés. Os papás da Matilde ensinaram uma canção aos outros pais. Os bebés jogaram ao som da cantilena infantil "Fui ao Jardim da Celeste...", receberam flores de papel e colaram-nas em papel de cenário. Depois desenharam a relva e carimbaram muitos caracóis! O Martim interagiu com as outras crianças e participou nas atividades propostas, portou-se muito bem o meu pequenino.
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Eu...
...ando (quase) desaparecida. Estive aqui: http://workshop-bmseixal.blogspot.pt/
Leio "Toxina" de Robin Cook.
Estou a pensar ler "Volta ao mundo em oitenta dias" de Júlio Verne.
Fui com o meu filho à atividade "Lengalengas" da Bebeca do seixal, com a Educadora Carmo.
Estou quase a entrar de férias.
Leio "Toxina" de Robin Cook.
Estou a pensar ler "Volta ao mundo em oitenta dias" de Júlio Verne.
Fui com o meu filho à atividade "Lengalengas" da Bebeca do seixal, com a Educadora Carmo.
Estou quase a entrar de férias.
terça-feira, 15 de maio de 2012
"Fim de tarde em Mossul"
Da última vez que fui à biblioteca escolhi um livro que até aqui nada me dizia. Agarrei-o simplesmente por um motivo: falava da guerra do Iraque (e como tinha estado à pouco tempo a ler "A fúria Divina" quis ter uma perspetiva diferente de alguns fatos narrados por José Rodrigues dos Santos. Lynne O'Donnell, é jornalista e isso foi outro dos fatores que me levou a escolher este livro. Um relato de histórias de guerra. Não era o livro que eu esperava que fosse: estão cá os testemunhos reais, a crueza das palavras, os sons da guerra que quase ecoam nos nossos ouvidos enquanto lemos, mas por trás da aparente simplicidade de uma grande jornalista, está também a capacidade de nos envolver numa história de uma grande escritora. Um livro que me surpreendeu bastante. Que demorei a ler. Peca apenas um pouco (mas sei que isso era necessário) pela exaustiva descrição dos fatos políticos, económicos e sociais que envolvem a guerra do Iraque, desde a Guera do Golfo, os atentados a Nova Iorque em 2001 e a queda do Regime de Saddam.
Lynne O’Donnell encontrou-se entre os primeiros jornalistas ocidentais a entrar na cidade iraquiana de Mossul após a sua tomada pelas forças da coligação, em Abril de 2003. No cenário de destruição e anarquia que se seguiu, quis o destino que Lynne fosse apresentada a um médico iraquiano, a sua mulher Pauline (pseudónimo) e Margaret, a amiga desta, as duas de nacionalidade britânica há trinta anos a residirem em Mossul. Conheceram os seus maridos em Inglaterra e mudaram-se em 1970 para o Iraque, onde assistiram à guerra com o Irão, à invasão do Kuwait e ao embargo internacional. Recordam os primeiros tempos com saudade onde se vivia alguma liberdade antes de Saddam Hussein impôr regras e hábitos rígidos como a obrigatoriedade do uso do véu, a proibição de se banharem no rio, de dançarem, o racionamento da comida, a discriminação ocidental e o clima constante de guerra.
Um testemunho extraordinário e emotivo da vida no Iraque a partir do olhar ocidental.Pauline e Margaret, duas inglesas, casadas com iraquianos, a viver no Iraque desde finais da década de 70. Através da perspectiva única de ambas, este livro percorre as três últimas décadas de um território berço de inúmeras civilizações, com um olhar isento, rigoroso e humano. Um testemunho actual a que é impossível ficar indiferente.
Neste livro vêem-se pessoas de carne e osso, com as suas peripécias familiares, os seus medos, as dificuldades por que passam. Algo único, intenso mas ao mesmo tempo de uma simplicidade surpreendente, longe das notícias dos jornais e das imagens trágicas que entram pelos ecrans dos televisores. Lynne consegue levar-nos pelos caminhos minados e pelas barreiras e postos de estrada, pelos vendedores de combustível de beira de estrada, conduzindo-nos até ao coração do Iraque.
Lynne O’Donnell encontrou-se entre os primeiros jornalistas ocidentais a entrar na cidade iraquiana de Mossul após a sua tomada pelas forças da coligação, em Abril de 2003. No cenário de destruição e anarquia que se seguiu, quis o destino que Lynne fosse apresentada a um médico iraquiano, a sua mulher Pauline (pseudónimo) e Margaret, a amiga desta, as duas de nacionalidade britânica há trinta anos a residirem em Mossul. Conheceram os seus maridos em Inglaterra e mudaram-se em 1970 para o Iraque, onde assistiram à guerra com o Irão, à invasão do Kuwait e ao embargo internacional. Recordam os primeiros tempos com saudade onde se vivia alguma liberdade antes de Saddam Hussein impôr regras e hábitos rígidos como a obrigatoriedade do uso do véu, a proibição de se banharem no rio, de dançarem, o racionamento da comida, a discriminação ocidental e o clima constante de guerra.
Um testemunho extraordinário e emotivo da vida no Iraque a partir do olhar ocidental.Pauline e Margaret, duas inglesas, casadas com iraquianos, a viver no Iraque desde finais da década de 70. Através da perspectiva única de ambas, este livro percorre as três últimas décadas de um território berço de inúmeras civilizações, com um olhar isento, rigoroso e humano. Um testemunho actual a que é impossível ficar indiferente.
Neste livro vêem-se pessoas de carne e osso, com as suas peripécias familiares, os seus medos, as dificuldades por que passam. Algo único, intenso mas ao mesmo tempo de uma simplicidade surpreendente, longe das notícias dos jornais e das imagens trágicas que entram pelos ecrans dos televisores. Lynne consegue levar-nos pelos caminhos minados e pelas barreiras e postos de estrada, pelos vendedores de combustível de beira de estrada, conduzindo-nos até ao coração do Iraque.
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